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segunda-feira, junho 14, 2021

Sinteac: inimigos sambam na cara de um governo desarticulado, enquanto assessores lesos discutem Copa América

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Eleição de um sindicato, associação de servidores etc, é algo pontual, mas nunca deixou ser polarizada entre um aliado de quem está na gestão e quem é oposição. Desta vez, a eleição do maior sindicato de servidores públicos do Acre, foi disputada por dois grupos adversário políticos do Palácio Rico Branco.

Enquanto a maioria dos assessores do governo vive numa bolha política, a candidata do seu maior adversário político em 2022; Sérgio Petecão, vence a eleição do SINTEAC. Nas secretarias dirigidas pelo PSD em Rio Branco e nos municípios, a segunda-feira parecia ser feriado. A turma chapa branca estava toda nas ruas, ou melhor, nas escolas cuidando de uma eleição importante politicamente. Por outro lado, assessores do governo debatiam a Copa América no Brasil e a influência de Bolsonaro na CBF. Bando de lesos incompetentes acomodados.

Com 100% das urnas apuradas, a professora Rosana Nascimento foi reeleita com 2.015 votos contra 1.522 do adversário Manoel Lima e assim irá presidir pela segunda vez seguida o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac).

Rosana sambou na cara do governo, apesar de ter como aliados aqueles que, na eleição passada, a chamaram até de ladra, além de gente que, cotumazmente, lhe chantageia e extorque.

Filiada no PSD do senador Sérgio Petecão, Rosana Nascimento enfrentou outro candidato de um grupo inimigo do Palácio Rio Branco. Manoel Lima é filiado ao PT e polarizou a disputa com a candidata vencedora.

Estranho um governo bem avaliado como o de Gladson não conseguir articular uma liderança para conduzir os rumos da luta sindical na maior categoria do estado.

Comunicação com a categoria fraca, articulação invisível. Não há explicação ou desculpa convincentes.

Um governo que dialoga, é democrático e tem muitas lideranças do segmento ao seu redor, não poderia assistir a uma eleição tão determinante sem ter um aliado no pleito.

O Governador deve abrir os olhos e reagrupar seus soldados, para que estes consigam compreender o que é convencer o povo a aprovar um projeto político.

O crédito da reeleição (do governador) bambeia, cambaleia.

Que a experiência negativa – mais uma – desta noite desperte os que levam vida mansa e acreditam que as regalias institucionalidade são eterno.




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