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Acre registra mais uma morte por Covid e 744 novos casos da doença nesta quinta-feira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 744 novos casos de coronavírus nesta quinta-feira, 4. O número de infectados notificados é de 145.474 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 351.261 notificações de contaminação pela doença, sendo que 205.765 casos foram descartados e 22 exames de RT-PCR aguardam análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 126.933 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 24 continuavam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS) e estão sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Um óbito foi notificado nesta quinta, 4, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 suba para 2.019 em todo o estado.

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O paciente D. C. F, de 93 anos, morador do município de Brasileia, deu entrada no Pronto-Socorro da capital no dia 24 de julho e faleceu no último dia 2 de agosto.

Folha do Acre

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Saúde do Acre notifica raiva humana em paciente de Cobija, na fronteira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Brasileia, informou nesta terça-feira, 16, o registro de um caso de raiva humana, na cidade fronteiriça de Cobija, na Bolívia. O paciente está em coma e não tem antecedentes de mordedura de cão ou gato. A infecção foi diagnosticada na quinta, 11.A doença é caracterizada por sintomas neurológicos em animais e seres humanos. O vírus multiplica-se no local da lesão, migra para o sistema nervoso e, a partir daí, para diferentes órgãos, principalmente para as glândulas salivares, sendo eliminado pela saliva. Circula em ambientes domésticos, em animais como cães e gatos, também em raposas, morcegos, cavalos e vacas e é transmitido principalmente por meio de mordidas e arranhões ou de lambidas de mucosas e pele lesionada.

A chefe do Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde (Cievs) da Sesacre, Débora dos Santos, ressalta que, em caso de suspeita de raiva, é fundamental a comunicação para acompanhamento e análise. No caso de uma possível infecção, a pessoa deve ir a uma unidade de saúde o mais rapidamente possível para o primeiro atendimento.

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“Quem avalia é o profissional de saúde, que está amparado por um protocolo que vai verificar se o animal tem histórico de vacinação e se é agressivo, entre outros fatores”, informa.

Trabalho preventivoEm Brasileia, nesta segunda-feira,15, iniciou-se a campanha de vacinação antirrábica para cães e gatos.

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