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Dono do Hotel Imperador Galvez morre em acidente de trânsito em Santa Catarina

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O dono do antigo Hotel Imperador Galvez, Mauricio Vilela Viana Lisboa, 72 anos, que viveu no Acre até os anos 2000, faleceu na noite de quinta-feira (19) vítima de um racha entre dois veículos na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.

Segundo informações da polícia, o carro em que Mauricio e a esposa estavam foi atingido por outro veículo que participava de um racha no momento do acidente. A esposa sofreu ferimentos, mas não corre risco de morte.

Em Rio Branco, familiares informaram que o empresário havia saído de carro em companhia da mulher, cujo nome não foi revelado, para ir a uma farmácia. No caminho, houve o acidente. O airbag do carro disparou em relação à mulher e a protegeu na batida. No caso de Maurício, não.

Ferido, ele foi levado a um hospital de Florianópolis mas morreu antes de receber os primeiros socorros. Mauricio Vilela Viana Lisboa havia se ausentado do Acre desde que teve seu nome envolvido em inquéritos policiais acusado de prática de pedofilia, crimes sexuais contra menores. Ao ser preso, ele teria inclusive tentado suicídio ao ver-se envolvido no caos.

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Dono do Araújo prevê aumentos nos preços de produtos básicos e defende empresários

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O empresário Adem Araújo, sócio-proprietário do Grupo AraSuper, maior e mais antiga rede de supermercados do Acre, que completa 41 anos em 2022, participou, na manhã desta segunda-feira, 27, do Programa Andrade Filho, na Rádio Gazeta 93.3 FM. Durante a entrevista, o empresário falou sobre investimentos, economia, política, trajetória empresarial, empreendedorismo, dentre outros assuntos. Atualmente, o Grupo AraSuper possui 11 lojas em Rio Branco e três em Porto Velho. Em quatro décadas de atuação no Estado, Araújo diz não saber o “segredo” do sucesso, ressaltando que quem mantém uma empresa é o cliente.

“Sabemos que o segredo do fracasso está em querer fazer as coisas que todos gostariam que fossem feitas. Porém, fazemos do jeito que achamos que deve ser feito. Iniciamos esse projeto no final de 1981, eu, meu irmão Aldenor e meu cunhado Peregrino Pereira. Nosso aprendizado foi ao inverso: começamos para aprender no mundo dos negócios, nossa escola foi trabalhando, comercializado, comprando e vendendo. Lógico, estamos aprendendo ainda, pois a vida é um aprendizado. Levamos 10 anos para expandir os negócios, sempre valorizando o cliente, pois é ele que mantém a nossa empresa”, frisou Adem.

O empresário falou sobre inflação no país e quais são os impactos no setor alimentício, tendo em vista o aumento do preço dos produtos. “Essa situação impacta em todas as regiões, inclusive nas produtoras. Claro, com uma distância de três mil quilômetros dos nossos fornecedores, terá uma influência muito maior no preço dos produtos. Sobre a questão do aumento dos combustíveis, não vislumbramos uma amenização no custo”, avaliou ele.

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“A elevação deve ocorrer nos produtos essenciais, básicos para o consumo da população, como os derivados da soja, açúcar, arroz, produtos hortifrutigranjeiros. Por outro lado, temos o problema de produção de leite, com a migração da maioria dos produtores para outras culturas, principalmente para o grão, que está ‘dando’ muito dinheiro. A partir de julho, o cliente vai pagar de R$ 7 a R$ 8 no litro do leite. Complicado, porque a questão da fome, de pessoas sem trabalho, para comprar alimentos, é uma tendência mundial, na qual o Brasil está sofrendo um pouco mais. No entanto, a perspectiva é que as coisas melhorem em 2023”.

Produção acreana

Araújo salientou que deveria existir mais investimento das autoridades para incentivar o produtor rural. “Temos tido dificuldade, ao longo dos anos, em relação ao que é produzindo em nosso Estado. Realmente, pouco se é produzido no Acre. Temos que trazer diversos produtos de outras regiões. Infelizmente, o que ainda falta é apoio, que não é relacionado a dinheiro, e, sim, à assistência técnica, motivação. O poder público tem que ter um olhar diferenciado para essa questão. Não conseguimos avançar. O prefeito de Rio Branco tem esse pensamento, de mover o setor produtivo, primário, agronegócio, mas pouco foi feito. O produtor tem que ter segurança para expandir o que ele produz. Centenas de produtos comercializados no Acre vêm de Rondônia”.

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Redução nos preços dos itens da cesta básica, proposta pelo presidente Bolsonaro
O empresário comentou se isso seria possível. “Participei da reunião com o presidente Bolsonaro, com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, e outras lideranças do setor de supermercados. Muitos acreditam que a alta nos preços é uma escolha dos empresários, mas não é bem assim. No encontro, foi sugerido que controlássemos os preços, reduzíssemos a margem até o próximo ano. Mas, a nossa margem, na maioria das vezes, é zero nos produtos básicos. Sugerimos que pudessem isentar o ICMS, que não depende do governo federal, mas do governo estadual, o que é uma guerra muito grande. Porém, essa questão deve ser resolvida. Pedimos que o presidente intermediasse junto aos Estados sobre essa situação, que é zerar o ICMS. O que podemos fazer é muito pouco. Temos custos, precisamos sobreviver. No entanto, está sendo feito um estudo para buscar uma solução”.

Conselho para quem busca empreender

Adem finalizou a entrevista dando conselhos para os que querem empreender, seguir os mesmos passos do empresário. “Primeiro, tem que entender sobre o negócio que você quer gerir, sobre o produto, sobre o que você está fazendo. Se buscar sabedoria e conhecimento, a chance de dar certo é muito grande”, concluiu Araújo.

A Gazeta do Acre

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