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Empreendedores relatam baixas vendas e valores que caíram até metade na Expoacre

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Alguns empreendedores que estão com estandes dentro do Parque de Exposições Wildy Viana, durante a Expoacre 2022 relatam baixa nas vendas e que o faturamento caiu até metade do que eles costumavam faturar em edições anteriores.

A Expoacre começou no último sábado (30) e, até esta quarta-feira (3), já foram quatro noites de evento. A empreendedora Raimunda Holanda, que está no estande da Economia Solidária conta que espera alcançar o que investiu nas noites que ainda restam de feira.

“Por enquanto não está sendo o esperado. Por conta da pandemia, as pessoas ficaram dois anos sem trabalhar e viram na Expoacre a oportunidade de ganhar dinheiro, mas como foi muito empreendimento para um lugar só, tem tido muita competitividade e não está sendo o esperado para todos”, contou.

Raimunda disse que em anos anteriores, o faturamento chegava a R$ 2 mil em apenas uma noite, e nesta edição não tem chegado a R$ 1 mil. Ela teme que não consiga cobrir o que investiu, que foi cerca de R$ 4 mil.

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“São sete anos de Expoacre, antes a gente fazia R$ 2 mil por noite, isso sem show. Agora, a gente não consegue fazer nem R$ 1 mil, não fecha. Tem gente que desistiu por não vender. Quando a Expoacre é boa, desde o primeiro dia, a gente já sabe, então espero tirar pelo menos o que investi”, conta.

Alcenira Silva, que está na jardinagem, disse que o movimento está parado e que a grande movimentação nos últimos dias foi para os shows e não para as vendas.

“Estávamos esperando que a gente tivesse uma boa venda, até porque as pessoas investiram muito para deixar tudo bonito e preparado, mas tem alguns decepcionados e outros até retirando os produtos e desistiram, pessoas já saíram do estande e deixaram a barraca limpa. Da confecção já saíram pelo menos quatro”, disse.

G1

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Saúde do Acre notifica raiva humana em paciente de Cobija, na fronteira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Brasileia, informou nesta terça-feira, 16, o registro de um caso de raiva humana, na cidade fronteiriça de Cobija, na Bolívia. O paciente está em coma e não tem antecedentes de mordedura de cão ou gato. A infecção foi diagnosticada na quinta, 11.A doença é caracterizada por sintomas neurológicos em animais e seres humanos. O vírus multiplica-se no local da lesão, migra para o sistema nervoso e, a partir daí, para diferentes órgãos, principalmente para as glândulas salivares, sendo eliminado pela saliva. Circula em ambientes domésticos, em animais como cães e gatos, também em raposas, morcegos, cavalos e vacas e é transmitido principalmente por meio de mordidas e arranhões ou de lambidas de mucosas e pele lesionada.

A chefe do Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde (Cievs) da Sesacre, Débora dos Santos, ressalta que, em caso de suspeita de raiva, é fundamental a comunicação para acompanhamento e análise. No caso de uma possível infecção, a pessoa deve ir a uma unidade de saúde o mais rapidamente possível para o primeiro atendimento.

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“Quem avalia é o profissional de saúde, que está amparado por um protocolo que vai verificar se o animal tem histórico de vacinação e se é agressivo, entre outros fatores”, informa.

Trabalho preventivoEm Brasileia, nesta segunda-feira,15, iniciou-se a campanha de vacinação antirrábica para cães e gatos.

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