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No interior, mãe afirma que filho autista teve cabeça colocada dentro de vaso sanitário da escola por ‘colega’

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Cintia Pereira, 33 anos, denunciou que seu filho de cinco anos, que é diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), vem sofrendo constantes agressões na escola rural Concí Alves de Melo, localizada em Brasiléia.

Segundo a mãe, outras crianças e funcionários, além do próprio filho, relataram que um outro aluno, que teria uns 12 anos, vem praticando bullying com o menino. “Tanto meu filho, como outras crianças e funcionários contam que esse menino maior pega meu filho, leva ao banheiro, afunda a cabeça dele dentro do vaso sanitário e dá descarga. E ainda agride com socos no estômago. Meu filho dormia sozinho, agora não dorme mais, pois diz que tem medo do menino aparecer e bater nele”, contou a mãe.

A secretária municipal de educação, Francisca Oliveira, informou ter tomado conhecimento do caso ainda no fim de semana, e teria uma reunião com o gestor da escola e a mãe da criança, ainda na manhã da segunda-feira, 01.

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Saúde do Acre notifica raiva humana em paciente de Cobija, na fronteira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Brasileia, informou nesta terça-feira, 16, o registro de um caso de raiva humana, na cidade fronteiriça de Cobija, na Bolívia. O paciente está em coma e não tem antecedentes de mordedura de cão ou gato. A infecção foi diagnosticada na quinta, 11.A doença é caracterizada por sintomas neurológicos em animais e seres humanos. O vírus multiplica-se no local da lesão, migra para o sistema nervoso e, a partir daí, para diferentes órgãos, principalmente para as glândulas salivares, sendo eliminado pela saliva. Circula em ambientes domésticos, em animais como cães e gatos, também em raposas, morcegos, cavalos e vacas e é transmitido principalmente por meio de mordidas e arranhões ou de lambidas de mucosas e pele lesionada.

A chefe do Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde (Cievs) da Sesacre, Débora dos Santos, ressalta que, em caso de suspeita de raiva, é fundamental a comunicação para acompanhamento e análise. No caso de uma possível infecção, a pessoa deve ir a uma unidade de saúde o mais rapidamente possível para o primeiro atendimento.

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“Quem avalia é o profissional de saúde, que está amparado por um protocolo que vai verificar se o animal tem histórico de vacinação e se é agressivo, entre outros fatores”, informa.

Trabalho preventivoEm Brasileia, nesta segunda-feira,15, iniciou-se a campanha de vacinação antirrábica para cães e gatos.

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