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Senamadureirense é encontrada morta dentro de veículo, em Rondônia

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A senamadureirense Arlete Nogueira Vieira Ascarruz, 50 anos, foi encontrada morta no início da noite desta terça-feira (2), em uma localidade de Ji-Paraná, em Rondônia. Os detalhes sobre o ocorrido ainda são poucos, entretanto, a causa da morte, pelo o que se apurou até agora, foi natural.

Arlete era casada com o Dr. Gregório Ascarruz, médico cirurgião bastante conceituado e também era irmã do ex-secretário de meio ambiente de Sena, Astério Vieira. “O que eu vou fazer nesse mundo sem você, meu amor? Que dor é essa, meu Deus…”, escreveu Astério.

O ex-prefeito de Sena Madureira, Jairo Cassiano, também utilizou as redes sociais para se solidarizar com os amigos e familiares de Arlete. “Foi com muita tristeza que recebi na noite desta terça-feira, dia 02, a notícia do falecimento da Arlete Ascarruz, ocorrido na cidade de Ji-Paraná-RO. Arlete era nossa conterrânea de Sena Madureira, e irmã do meu amigo Asterio Vieira. Era também esposa do Dr. Gregório Ascarruz, medico cirurgião conceituado que trabalhou por muitos anos no nosso município. Que Deus possa confortar os corações de seus familiares e amigos, neste momento de tristeza e dor”, disse ele.

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A funerária Sistema prevenir emitiu uma nota de falecimento: “Aos que desejam prestar condolências, o cerimonial de despedida iniciará às 18 horas do dia 3 de agosto de 2022, na Avenida Transcontinental”, ressalta um trecho.

Nesse momento, Astério Vieira se encontra em Ji-Paraná cuidando dos trâmites para o translado do corpo para Sena Madureira.

Fonte: YacoNews

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Saúde do Acre notifica raiva humana em paciente de Cobija, na fronteira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Brasileia, informou nesta terça-feira, 16, o registro de um caso de raiva humana, na cidade fronteiriça de Cobija, na Bolívia. O paciente está em coma e não tem antecedentes de mordedura de cão ou gato. A infecção foi diagnosticada na quinta, 11.A doença é caracterizada por sintomas neurológicos em animais e seres humanos. O vírus multiplica-se no local da lesão, migra para o sistema nervoso e, a partir daí, para diferentes órgãos, principalmente para as glândulas salivares, sendo eliminado pela saliva. Circula em ambientes domésticos, em animais como cães e gatos, também em raposas, morcegos, cavalos e vacas e é transmitido principalmente por meio de mordidas e arranhões ou de lambidas de mucosas e pele lesionada.

A chefe do Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde (Cievs) da Sesacre, Débora dos Santos, ressalta que, em caso de suspeita de raiva, é fundamental a comunicação para acompanhamento e análise. No caso de uma possível infecção, a pessoa deve ir a uma unidade de saúde o mais rapidamente possível para o primeiro atendimento.

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“Quem avalia é o profissional de saúde, que está amparado por um protocolo que vai verificar se o animal tem histórico de vacinação e se é agressivo, entre outros fatores”, informa.

Trabalho preventivoEm Brasileia, nesta segunda-feira,15, iniciou-se a campanha de vacinação antirrábica para cães e gatos.

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