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Advogado que assumiu pertencer ao CV vai para prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica

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O advogado Manoel Eliveldo Batista ganhou liberdade na manhã desta sexta-feira, após audiência de instrução e julgamento. Eliveldo permaneceu preso no Batalhão do BOPE por dois meses, sob a acusação de apologia ao crime, porte ilegal de arma e outros. Ele aparece em dois vídeos segurança uma submetralhadora de uso restrito das forças policiais e admitindo ser integrante do CV. Num dos vídeos, Eliveldo diz que ficará rico, comprará um Camaro e o grupo ao qual pertence iria dominar Rio Branco.  Semanas após a prisão, o advogado surtou e promoveu quebra-quebra na cela.

Após analisar o caso, o juiz Raimundo Nonato Maia concedeu a soltura condicionada do réu,  que passa a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.  O defensor público Gerson Boaventura desistiu do pedido para o exame de insanidade mental. A defesa sustentou que o advogado não iria atrapalhar a instrução do processo se voltasse para casa.

O promotor de justiça pediu várias vezes para que duas testemunhas fossem ouvidas, entre elas um dos delegados responsáveis pela a investigação. O representante do MP, contrário á soltura, chegou a sugerir a condução coercitiva das testemunhas de acusação, mas o pedido foi negado.

A liberdade de Elivaldo vai depender de ele obedecer a algumas medidas cautelares – entre elas a proibição de se ausentar da comarca por mais de oito dias sem prévia autorização, não frequentar bares boates e prostíbulos, proibição de andar armado, recolhimento domiciliar noturno após as 20 horas até as 6 da manhã do dia seguinte. E durante os finais de semana e feriados, permanecer 24 horas em casa.

Manoel Elivaldo estava preso desde o dia 24 de novembro do ano passado.

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