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Aposentados e provisórios da educação completam 2 anos sem rescisão. “Prefeito caloteiro”, reage Rosana do Sinteac

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O ano de 2017 foi todo de espera. Uma espera, aliás, angustiante para mais de 250 professores e funcionários de escola provisórios dispensados pela Secretaria Municipal de Educação. As rescisões prometidas para o ano passado também são direito dos servidores que se aposentaram recentemente.

A presidente do Sinteac e da CUT, Rosana Nascimento, reafirma o calote aplicado pelo prefeito Marcus Alexandre aos trabalhadores, que, além de tudo, sequer mereceram uma explicação oficial da parte do executivo. A sindicalista precisou ir até o secretário Márcio Batista, a fim de obter alguma satisfação, considerando a inquietação da categoria e a dificuldade financeira em que várias famílias estão vivendo.

“Talvez no final de fevereiro essas verbas serão pagas. Foi o que nos informou o secretário. Mas isso não é certo. Eles aguardam o repasse do Fundeb. Nós só temos uma certeza: esse prefeito não tem priorizado a educação, como não prioriza outras áreas essenciais e outros trabalhadores que carregam nas costas o fardo de uma gestão atrapalhada e desrespeitosa. Eu gostaria de dar uma boa notícia aos educadores que nos procuram todos os dias em busca de seus direitos. Infelizmente, devemos abrir uma campanha de enfrentamento à administração municipal se, ao final de fevereiro, essas rescisões não forem pagas. Desde já, nós pedimos a compreensão da sociedade, pois estamos às prévias do reinício do ano letivo. O que estão fazendo com esses servidores é coisa de quem não merece a confiança da sociedade”, declarou Rosana.


A presidente da CUT e do Sinteac também informou que a prefeitura estão pagando em duas parcelas o Premio de Valorização Profissional.

 

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