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Blog do Assem: o ostracismo do PL é um bom lugar para quem está em fim de carreira

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Sem público, sem apoio político, isolado de tudo e de todos, rejeitado pelos próprios aliados, o vice-governador Major e sua irmã, a deputada federal Mara Rocha, que pouco faz pelo Acre na Câmara dos Deputados, assumiram o apagado PL no Acre e, numa tentativa desesperada de chamar a atenção do eleitor, tentam, se reerguer politicamente.
O problema é que o discurso do Major, que foi eleito para ajudar o governador Gladson Cameli na gestão do Estado, mas preferiu o caminho fácil do denuncismo e da parca atuação no cumprimento de seus deveres constitucionais, não tem reverberado na sociedade e ele continua o de sempre: o fanfarrão que só sabe falar mal de tudo e de todos e pouco ou nada faz pelo desenvolvimento do Acre.
Na inauguração da nova sede do PL, que passa a ser comandado pelos irmãos Rocha, depois de ser colocado de lado, acredite, pelo insípido PSL – ex-partido do presidente Bolsonaro, Rocha disse que ainda queria ficar no partido, que ia lutar por isso (falácia, pois já perdeu o partido faz tempo), mas só sairia porque o atual governo estava à esquerda demais e ele, como “bom” homem de direita, não aceitaria.
Mas delírio que isso impossível. Rocha é vítima do seu próprio veneno. Alçado à condição de vice com pompa e circunstância, nunca soube ser grato ao povo do Acre pela oportunidade que recebeu. Pelo contrário. Desde o primeiro dia da gestão só sabe trabalhar contra o Estado, que aliás, o banca, assim como seus asseclas. O ostracismo do PL é um bom lugar para o seu fim de carreira.

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Proposta de Impeachment é vergonhosa e expõe chantagem e extorsão branca contra prefeito Bocalom

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Ao pautar um pedido de Impeachment sem base jurídica, o presidente da Câmara Municipal de Rio Branco,  Nogueira Lima, e demais vereadores, agem na base da chantagem por cargos na gestão de Tião Bocalom (PP).
Certamente a mando de um grupo político, a advogada Joana D’Arc Santana protocolou documento de apenas uma página, em que acusa o prefeito da capital de crimes que não existem.
Bocalom não cometeu crime ao exonerar a procuradora geral do município, Jenice Lima, até porque o cargo é de confiança e cabe ao gestor trocar o titular ou não – o que se chama de livre nomeação e exoneração.
O Ministério Público abriu investigação paralela, e a conclusão do Parquet dará o tom da decisão do prefeito sobre o caso.
O que não se pode é “julgar e sentenciar” com base em indícios suspeitos, construídos pelo revanchismo e a chantagem, e que dependem de confirmação técnica.
Não é verdade que Bocalom tentar atrapalhar a investigação de abuso sexual contra o secretário de Saúde, Frank Lima.
Os vereadores de Rio Branco, habituados a formar redutos eleitorais dentro do Poder Executivo, explorando suposta influência (poder de voto) para garantir emprego aos seus cabos eleitorais,  ainda não se acostumaram com a metodologia adotada pelo prefeito Tião Bocalom, que acabou com o toma lá da cá na relação entre Legislativo e executivo.
O prefeito tem deixado o parlamento livre para fazer o seu papel. E, definitivamente, o papel da extorsão branca não é um gesto honesto, ético.
O parlamento ruma para tumba, e, certamente, não arriscaria a pouca credibilidade que ainda lhe resta se as eleições de 2022 fossem municipais.
Independência uma ova !
N.Lima, que, por sinal, é do mesmo partido de Bocalom, faz o jogo de adversários e chantagistas do prefeito.
Se Bocalom tivesse loteado a prefeitura, atendendo aos “pleitos” dos vereadores, iria para a pauta, na próxima terça-feira, a votação do pedido de Impeachment?
Claro que não !
Esse parlamento é uma vergonha!
O julgamento político, nesse caso, não vingará, pois suas motivações são desonestas, criminosas e inoportunas.
 

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