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Abono dos professores: Sinteac reconhece valorização pelo governo do estado, mas vê “proposta absurda” da prefeitura

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Os professores que ficaram de fora do abono da prefeitura de Rio Branco fizeram protesto na frente da câmara de vereadores contra a decisão do prefeito Tião Bocalon, de pagar o abono apenas para professores que estão em sala de aula. Quem trabalha no apoio nas escolas, na secretaria ou exerce outra atividade na prefeitura, mesmo sendo professor, está fora da listagem do abono. Na fila das reclamações entraram os trabalhadores como a Ivaneide Machado. Ela tem dois contratos com o município, mas vai receber o abono por apenas um. “Eu passei em dois concursos, trabalho em dois horários, o abono não pode ser pago por CPF, e sim, pelos contratos. É injusto”, alegou.
A presidente do sindicato dos trabalhadores em educação, Rosana Nascimento, disse que o governo do estado decidiu pagar todos os servidores do quadro da educação e está pagando por contrato e a proposta da categoria é a prefeitura de Rio Branco faça o mesmo.
A secretaria de gestão da prefeitura informou aos descontentes que entrem com um processo administrativo para que o caso seja analisado, e quem sabe, no ano que vem, esses trabalhadores recebam o abono. Para Rosana Nascimento, a proposta “é um absurdo, se existe o dinheiro e a lei garante o benefício a esses trabalhadores, não deve exigir que eles enviem provas da sua atuação, é brincar com o servidor”, reclamou.
Os professores prometem fazer barulho durante toda essa semana e esperam que até segunda-feira possam também entrar na lista do abono.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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