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Acusado de degolar professor em Rio Branco deve ser condenado em Júri Popular

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O presidiário Raimundo Alventino da Silva vai responder pelo assassinato do professor José Augusto de Freitas, em júri popular.
A decisão é da Juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri ,Luana Campos. A data da sessão ainda será no início do próximo ano.
O professor José Augusto foi degolado na madrugada de 18 de setembro de 2019.
O corpo da vítima foi encontrado por vizinhos, em sua casa, localizada no Ramal da Judia, Região do Belo Jardim.
No primeiro momento a suspeita era de latrocínio, já que alguns objetivos da residência foram levados, mas no decorrer da investigação ficou caracterizado o crime de homicídio.
Pouco tempo depois Raimundo Alventino da Silva foi preso por investigadores da DHPP no município de Plácido de Castro.
Durante a instrução do processo o réu ganhou a liberdade, mas teve um novo mandado de prisão expedido pela justiça.
Ele voltou a ser preso no 22 de abril desse ano por agentes da Delegacia de Homicídios.
O réu vai responder pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e furto.
A defesa de Raimundo Alventino ainda poder recorrer.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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