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Análise: eleger um senador no Acre é mais barato e exige menos votos

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Com um eleitorado estimado em 561.261 mil eleitores, segundo os dados do TSE de 2020, eleger um senador no Acre é infinitamente mais fácil que em qualquer outro estado da federação.
Talvez seja por isso que os três principais candidatos à presidência da República nas eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro,  Luiz Inácio Lula da Silva e agora o ex-juiz Sérgio Moro, tenham como prioridade no pleito no que tange às questões regionais,  eleger um senador pelo estado.
Isso faz com quê os três pré-candidatos, dois deles com grande densidade eleitoal, Jorge Viana e Ney Amorim, estejam hoje no centro da disputa ao lado da ex-esposa do senador Márcio Bittar, Márcia Bittar, que não tem votos, mas além de se gabar de ser candidata de Bolsonaro no Acre,  tem a seu favor a maior cota de fundo partidário da disputa.
Isso sem contar outros nomes fortes do pleito, como o deputado federal Alan Rick e a deputada federal Jéssica Sales, que mesmo sem candidatos a presidência e correndo o risco de serem limados da disputa pelo rolo compressor dos Bittar,  ainda prometem dar trabalho aos adversários.
Jorge Viana é o nome preferido do PT local para a disputa ao governo, mas o ex-presidente Lula o quer na disputa pelo Senado, uma vez que precisa de bancada forte no Senado em 2023.
Esta é a mesma razão com a qual Bittar tenta emplacar a mulher e Ney Amorim pode ser uma alternativa trazendo pra si as benesses da terceira via de Sérgio Moro.
“Não é que a disputa ao governo não seja importante. É que eleger legalmente um senador no Acre é mais barato e exige menos votos que nos outros estados. Então essa vai ser uma disputa acirrada e ainda vamos ouvir muito falar do assunto até que aa candidaturas sejam formalizadas “, avalia um dirigente partidário que trabalha na disputa para viabilizar o nome do MDB na disputa.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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