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Briga de Bolsonaro com presidente do PL detona plano dos irmãos Rocha no Acre

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Os irmãos Major e Mara Rocha não dão sorte na troca troca de partido. A briga entre o presidente Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, na madrugada deste domingo, que resultou em ofensas pessoais e muita baixaria é mais um golpe no sonho de ascensão dos dois que contavam como certo serem o braço do presidente no Estado.
 
Primeiro o Major deixou o PSDB pelo PSL com o objetivo de se aproximar do presidente Bolsonaro. Poucas semanas depois presidente deixou o partido e Rocha a ver navios. A situação ficou ainda mais difícil depois que o PSL se uniu ao DEM e a direção regional do Acre ficou com o senador Márcio Bittar.
No início do mês,  com o anúncio de que Bolsonaro iria para o PL, os irmãos Rocha voltaram a arrotar arrogância, prepotência e,claro, mandar recado duro aos inimigos políticos, afinal Mara será a futura dirigente  do PL no Acre e pré-candidata ao governo do Estado na tentativa dos dois de atrapalhar a reeleição do governador Gladson Cameli, de quem o Major é vice.
A briga de Bolsonaro com Costa Neto pelo diretório de São Paulo para o seu filho Eduardo jogou um balde de  água fria no projeto dos Rocha.
Costa Neto chegou a dizer que Bolsonaro podia mandar no país, mas no PL mandava ele, o que resultou em uma mensagem ofensivas de ambas as partes
“Você pode ser presidente da República, mas quem manda no PL sou eu”, teria escrito Valdemar. Bolsonaro, então, teria mandado o cacique do PL para aquele lugar, recebendo cortesia semelhante”, informou o site O Antagonista na tarde deste domingo.
Segundo O Antagonista,  quem acompanhou a conversa garante que já não há mais clima para a filiação. Em nota oficial, o PL informou que “a data de 22 de novembro foi cancelada, não havendo, ainda uma nova data para o compromisso de filiação”.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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