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Confusão na boate, em Rio Branco: militar mata marido de sargento

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José Célio Pereira da Silva, de 34 anos, que era casado com uma sargento da Polícia Militar, foi morto com pelo menos dois tiros efetuados por um PM, na madrugada deste domingo, 19, em uma boate localizada na Avenida Nações Unidas, no Bairro do Bosque, em Rio Branco.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Flagrantes, José Célio começou a agredir a esposa quando populares tentaram evitar as agressões. Mas ele sacou um canivete e feriu pelo menos duas pessoas, entre elas, um adolescente.
Um policial militar que estava no local teria tentado intervir na briga. José Célio teria partido em direção ao PM ainda com o canivete na mão
Foi neste momento que o policial fez dois disparos.
O marido da policial militar morreu no local.
Uma das vitimas foi socorrida pelo SAMU.
No boletim não foi informado se o autor dos disparos foi conduzido à Delegacia de Flagrantes.
O crime foi na miami nigtht pub

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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