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Datafolha: para 69% dos brasileiros, situação econômica do país piorou

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Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que, para 69% dos brasileiros, a situação econômica do país piorou nos últimos meses. Já 11% disseram que melhorou, e 20% afirmaram que ficou como estava.

Veja o resultado

Nos últimos meses, a situação econômica do país melhorou, piorou ou ficou como estava?

  • Melhorou: 11%
  • Ficou como estava: 20%
  • Piorou: 69%
A pesquisa foi feita presencialmente, de 13 a 15 de setembro, com 3.667 brasileiros em 190 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Segundo o jornal, a parcela de brasileiros que acha que a situação econômica piorou está próxima dos maiores patamares já registrados nas pesquisas em que esse questionamento foi feito.

Na pesquisa atual, o Datafolha aponta que a opinião negativa prevalece mesmo entre apoiadores do governo: para 31%, a economia melhorou, e, para 36%, piorou. Para 32%, ficou como estava.

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A avaliação negativa cai conforme aumenta a renda do entrevistado. O índice é de 70% na faixa de até dois salários mínimos e de 62% na faixa acima de dez salários mínimos.

Além disso, a situação econômica piorou para 74% das mulheres e 62% dos homens; cerca de 70% das pessoas de 16 a 44 anos e 65% dos entrevistados acima dessa faixa etária; e para 62% dos evangélicos e 71% dos católicos.

Próximos meses

Os entrevistados também foram perguntados se, nos próximos meses, a situação econômica do país vai melhorar, piorar ou ficar como está. Para 39%, vai piorar. Já 28% responderam que vai melhorar, e 30% afirmam que a situação vai continuar a mesma.

Situação econômica pessoal

A pesquisa Datafolha mostra também que 53% dos brasileiros consideram que sua situação econômica piorou nos últimos meses. Já 32% afirmam que a situação econômica ficou como estava. Apenas 15% acham que houve melhora.

Veja o resultado

Nos últimos meses, a sua situação econômica melhorou, piorou ou ficou como estava?

  • Melhorou: 15%
  • Ficou como estava: 32%
  • Piorou: 53%
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A situação piorou nos últimos meses para 58% das mulheres e 47% dos homens. Considerando a religião, piorou para 46% dos evangélicos e 54% dos católicos. Por região, fica em 55% no Nordeste, 50% no Norte/Centro-Oeste e 52% no Sul e no Sudeste.

A pesquisa também fez distinção por renda: quanto menor é a renda, maior é a avaliação negativa, que chega a 61% na faixa dos dois salários mínimos e a 34% na faixa acima de dez salários mínimos. Além disso, o índice de avaliação negativa chega a 76% entre desempregados que estão procurando emprego.

Os entrevistados também foram perguntados sobre a situação econômica de cada um para os próximos meses: 41% disseram que vai melhorar, 38% disseram que vai ficar como está e 20% disseram que vai piorar.

Globo.com

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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