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“Engalobados”: continua preso o jornalista envolvido em esquema dos kit´s de Covid em Cruzeiro do Sul

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O jornalista Paulo Sá, preso na Operação Engalobados da Polícia Federal , na manhã desta quarta-feira, 13, segue preso na Penitenciária Emanuel Neri, em Cruzeiro do Sul.
Esta é a segunda vez que ele é preso por suposto envolvimento com corrupção na prefeitura de Cruzeiro do Sul. A primeira vez foi na gestão de Ilderley Cordeiro. Desta feita os desvios de recursos são na gestão do prefeito Zequinha.
O ACJornal teve acesso a informações do processo que mostram que Paulo Sá teve prisão  provisória decretada pelo juiz do caso, ou seja, não há previsão para que ele ganhe liberdade.
Depois de preso, Paulo Sá prestou esclarecimentos na delegacia da Polícia Federal em Cruzeiro do Sul e foi levado direto pro presídio. Seu envolvimento seria por  na fraude de serviços de exames de Covid-19 em um laboratório onde sua esposa atuaria como bioquímica.
A  “Operação Engalobados”, visa combater fraudes na contratação de empresas para o fornecimento de testes de COVID-19 e locação de equipamentos laboratoriais, por meio de dispensa de licitação feita pela Secretaria de Saúde de Cruzeiro do Sul, sob justificativa de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da Pandemia causada pelo vírus SARS COV- 2, Coronavírus, o que pode ter acarretado prejuízo ao erário no montante de até R$ 1.855.500,00 (um milhão oitocentos e cinquenta e cinco mil e quinhentos reais).
A investigação iniciou-se em março de 2021, com base no indicio de que no processo de cotação para composição do preço médio de mercado das dispensas de licitação teria sido manipulado, a fim de direcionar as contratações com sobrepreço para determinadas empresas. Como exemplo, tem-se que a empresa contratada para locação de equipamentos laboratoriais possui por atividade econômica principal a prestação de serviços de publicidade e sequer possuía os equipamentos à época da contratação. Ademais, a investigação aponta que os serviços não estariam sendo prestados da forma como contratados, mas em menor quantidade, embora as empresas estivessem recebendo integralmente pelo valor acordado.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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