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Flaviano dá “tapa na cara” de Duarte e Jarude e convoca o filho que mora longe para disputar eleições no Acre

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A familiocracia é um dos males da política brasileira e no Acre é mais nojento ainda, pois ela se estende na economia e domina as decisões políticas no estado.
Flaviano Melo, que já foi prefeito de Rio Branco, governador do Acre, senador da República e agora está cansado de ser deputado federal, pensa em deixar a política. São 40 anos de contribuições e muitos privilégios também.
Tem aposentadoria de ex-governador no valor de R$ 35 mil, sairá do congresso com direito a outra aposentadoria de quase R$ 20 mil e parece que acha pouco.
O Velho lobo pensa em sair da vida pública e não disputar mais eleições. A notícia era para animar diversas lideranças como o deputado estadual Roberto Duarte, vereador Emerson Jarude e outras lideranças mais jovens do partido. Acontece que Flaviano tem outros planos e que não passam por nenhum desses nomes. Vai tentar emplacar o filho Leonardo Melo.
Leonardo mora fora do estado, onde trabalha em diversos projetos de engenharia civil e está pré-convocado pelo pai para voltar ao Acre.
Nada contra uma esposa, um filho, irmão ser político também, mas a imposição sem mostrar luta por algo de interesse do referido estado e tendo tantas lideranças na vez é arrogância.
Por falar em família, enquanto muitas lideranças no MDB comem o pão que o diabo amassou, o deputado Flaviano Melo sempre olhou primeiro para sua casa. Porque sua esposa sempre esteve entre os melhores postos de indicação política da sigla?
Luciana Vidal de Moura recentemente foi demitida pelo presidente Jair Bolsonaro da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), cargo que ocupava desde o governo Michel Temer, mas ganhou um cargo de diretora na Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio com salário de R$ 16 mil mês.
É  uma ilustre anônima com contribuição quase zero aos produtores pobres.
Essa aposentadoria gold de Flaviano e ao mesmo tempo convocando o filho Leonardo Melo para desembarcar no Acre e desbancar lideranças locais, soa como um tapa na cara de quem levanta a bandeira há anos nas esquinas do Acre para dar conforto e vida boa ao velho lobo

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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