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Influencer Ludmilla Cavalcante contesta decisão da Justiça de SP que impediu retorno da filha ao Acre

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A  digital influencer Ludmilla Cavalcante dará entrada na manhã desta segunda-feira, 6, no Tribunal de Justiça de São Paulo, em contestação à decisão que impediu, no último sábado, o retorno de sua filha Antonella Calixto ao Acre, sob o argumento de que aqui não há tratamento para Autismo.
O pai da menina, que atualmente mora no interior de São Paulo, conseguiu, judicialmente algumas horas antes da data marcada. o efeito suspensivo da entrega de Antonella à mãe, marcada para o dia quatro de novembro.
Depois de mais de um ano de brigas judiciais e muita exposição nas redes sociais, Ludmilla ganhou na justiça a guarda unilateral de Antonella final de outubro.
 
O pai teria que devolver a menina à mãe para morar em Rio Branco, mas conseguiu um efeito suspensivo da decisão sob o argumento de que em Rio Branco não teria profissionais qualificados para atender às necessidades médicas de Antonella, que tem diagnóstico de autismo.
Antonella mora desde setembro do ano passado com o pai e, segundo Ludmilla, muitas mentiras foram contadas na justiça pelo ex-companheiro. Uma delas a de que em Rio Branco não há tratamento para autismo, o que não é verdade.
Agora, após Ludmilla apresentar à Justiça Paulista com documentos que o tratamento da filha não será interrompido caso ela venha para Rio Branco, o pai tem direito a contra argumentar num prazo de cinco dias e só depois disso a justiça deve se pronunciar sobre o caso.
A influencer tem usado suas redes sociais para mobilizar nacionalmente o caso novamente e tem conseguido muitos apoios dos seguidores na expectativa de ter a filha em Rio Branco até o Natal.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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