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Mantida a pena de 166 anos à dupla que executou dois menores e um adolescente no Taquari

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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou dois recursos e manteve a pena de mais de 166 anos de prisão para Clenilton Araújo de Souza e Francimar Conceição da Silva. Em outubro do ano passado, o Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri condenou Clenilton Araújo a 77 anos de prisão e Francimar Conceição a 89 anos e 10 meses.
A dupla foi considerada culpada pelas execuções do jovem Vitor Viera de Lima de 18 anos e das adolescentes Isabele Lima Silva de 13 e Amanda Gomes Souza de 14.
Mas a defesa dos réus recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça.
No recurso a defesa do Réu Francimar, pediu a reforma da sentença com a diminuição da pena e o afastamento da regra de concurso material do crime.
Enquanto o advogado de Clenilton, por entender que a decisão do conselho de sentença foi contrária as provas, solicitou a anulação do Júri.
Na mesma apelação criminal a defesa também quis a reforma da pena de 77 anos, com a retirada do motivo torpe e do crime por razões de sexo, no caso feminicidio, em relação a vítima Amanda.
Mas por unanimidade os desembargadores negaram os recursos e confirmaram a decisão de 1ª instância.
O caso que ficou conhecido como triplo homicídio do Taquari aconteceu em 6 de agosto de 2018.
As vítimas retornavam do Parque de Exposições quando foram sequestradas e assassinadas e tiveram os corpos ocultados.
Um terceiro acusado do crime, que chegou a ser denunciado, foi absolvido durante a sessão de julgamento.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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