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Morre Ziza Costa, pai do ex-vereador Artêmio e o barbeiro mais conhecido de Rio Branco

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O Acre perdeu no início da madrugada desta quinta-feira, 16, uma das suas figuras mais emblemáticas, o barbeiro Ziza Alves da Costa, pai do ex-vereador Artêmio Costa.
Ele lutava havia alguns anos contra um câncer de próstata e era viúvo. A esposa faleceu no ano passado, vítima da Covid-19.
Ziza tinha 83 anos e por mais de 60 trabalhou na barbearia do antigo Hotel Chuí (hoje prefeitura) e em seguida no prédio em frente. Começou o ofício aos 16 anos em Sena Madureira e tinha clientes que eram atendidos há pelo menos seis décadas.
Evangélico e um dos primeiros membros da Igreja Batista do Bosque, filho de um dos pioneiros em missões no Acre, na região de Sena Madureira nos primeiros anos do século 20, Ziza deixa  sete filhos, netos e bisnetos.
Pequena Biografia
Nascido em Sena Madureira, no Seringal do José Aquiel Fares, colocação Lucas, Ziza teve uma infância em que jogava bola e quebrava castanha. Estudou até a 5ª série, vendia tudo o que achava que daria retorno financeiro, mas era muito difícil. Foi então que tentou cortar cabelo e achou na atividade uma oportunidade de viver melhor.
Em 1964, época da Ditadura Militar, candidatou-se a vereador. Naquele tempo, o vereador não recebia salário, então era necessário conciliar com a profissão de barbeiro. Sofrendo perseguição política, decidiu mudar para Rio Branco com sua esposa Terezinha e os 5 filhos. Trabalhou quase um ano como taxista, porém não se adaptou e voltou a cortar cabelo.
Ziza conta que quando o seu filho mais velho, Amarildo, decidiu morar em Brasília – DF, recebeu todo seu apoio e confiança. Durante um ano o sustentou na faculdade e também seus sete filhos com o salário de barbeiro, relata: “Não era fácil, mas a gente confiava e dava um jeito, pelejando as coisas foram acontecendo”

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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