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Mulheres de presos, policiais penais e sindicalistas transformam Centro de Rio Branco numa zona; Veja fotos

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Nas últimas duas semanas o centro da capital acreana se tornou uma verdadeira zona com mobilizações de inúmeros sindicatos e associações de diversos segmentos da sociedade. Um campo de luta sindical. O trânsito ficou caótico – mais que o habitual – e a desordem generalizada causou discussões pontuais entre motoristas por vagas de estacionamento.
Tem acampamento de policiais penais no hall da Assembléia Legislativa, tem acampamento de alunos do cadastro de reserva da Polícia Civil, sindicatos representantes de servidores contra a PEC 32 (Reforma Administrativa de Bolsonaro) e familiares dos presos reivindicando retorno das visitas. Sem falar no movimento da Saúde que saiu do centro e foi para as unidades.
O governador sofre o desgaste político desnecessário e tudo por falta de uma equipe política que filtre as lutas dos trabalhadores, mediando as demandas e dando encaminhamentos necessários. Isso se faz no gabinete, chamando as categorias para dialogar.
A articulação peca.
Não é inteligente passar notícias de normalidade quando, na verdade, camuflam momentos de mar revolto.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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