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Prefeito desastrado do Acre erra feio em obra mal planejada e prejudica população inteira

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Comerciantes e moradores de Marechal Thaumaturgo estão revoltados com a obra de recuperação da principal rua comercial da cidade, a avenida 5 de Novembro.
É ali onde se concentram os principais comércios, o banco, prefeitura e hotéis.
O prefeito Isaak Pyianko (PSD) resolveu iniciar as obras de recuperação do local justamente no inverno rigoroso.
O transtorno é gigante e os prejuízos segundo comerciantes é maior ainda, pois em dias de chuva ninguém quer se arriscar a andar sobre o lamaçal, para ir a um dos comércios do local, o que vem acarretando em perdas para quem tem negócios no entorno.
“Nós estamos amargando prejuízos, pois as pessoas compram em outros locais, para não ter que vir cair na lama. Aqui faltou planejamento, tem todo um verão pela frente e deveriam ter esperado um pouco mais”, disse um proprietário de um dos comércios do local.
O natal sequer ganhou as cores, luzes no centro como era tradição, devido às consequências da obra.

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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