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Quase 70% da população de Rio Branco que tomou a 1ª dose não voltou para completar o ciclo imunológico

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Cerca de 284 mil moradores da capital acreana com faixa etária acima de 18 anos já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19.
O problema é que 69% desse total não retornou mais aos postos de atendimento para tomarem a segunda dose do imunizante e fecharem o ciclo imunológico recomendado pelo Ministério da Saúde.
Essas pessoas permanecem vulneráveis ao novo corona vírus e causando risco de agravamento da pandemia com a possível disseminação da variante delta, que já se encontra em circulação no Acre.
Levando em consideração a taxa de transmissão do vírus, em Rio Branco é possível calcular que para cada dois desses moradores que não completaram o ciclo imunológico, existe pelos menos uma pessoa sob risco de contrair a doença através dos não, totalmente, vacinados.
A secretaria Municipal de Saúde tem usado os meios de comunicação, todos os dias, para convocar a população a se vacinar com a primeira, segunda e, agora, com a terceira dose do reforço vacinal.
Mesmo assim, a procura pela vacina tem sido bem abaixo da média esperada pelos coordenadores estaduais do plano de vacinação em massa da população.
A orientação é que as pessoas procurem o posto de vacinação mais próximo de casa para se imunizarem e contribuir com o poder publico na redução, continua, do número dos casos de covid-19 em todo o Estado.
 

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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