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Rasteira à vista: deputados “gulosos” pressionam Gladson a demitir secretários que disputarão vagas na Aleac

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Alguns políticos com mandato pressionam o governador Gladson Cameli a exonerar secretários, secretários adjuntos e presidentes de autarquias antes do final deste ano. Na lista de gestores que deveriam deixar o governo até o dia 15 de dezembro estão aqueles que pretendem disputar as eleições em 2022.
A pressão tem um viéis desonesto por parte dos parlamentares. Ou seja, o objetivo é minar os assessores de primeiro escalão que têm chances potenciais de serem eleitos. Na prática, deputados tiram o poder dos agentes públicos que disputarão com eles próprios as eleições proporcionais do ano que vem.  Isso, antes mesmo do mês de abril, o prazo eleitoral para o afastamento de pré-candidatos.
Enquanto isso, os parlamentares exerceriam de imediato um novo aperto junto ao governador para indicar seus apadrinhados, transformando a gestão pública num reduto eleitoral a serviço de quem já possui mandato e busca a reeleição.
O procurador -egral do Estado, Pasulo Setti, embora não comente a conotação política da questão, admitiu ao jornalista Assem Neto, na manhã desta quinta-feira, que “existe a possibilidade de um decreto ser editado.
O decreto, segundo ele, estipularia o prazo para que os pretensos candidatos peçam demissão espontaneamente, sem a necessidade de serem exonerados. “Está sendo cogitado, mas não é nada concreto”, afirmou.
Numa reunião com 20 partidos, deputados que se dizem aliados do governo engrossaram o côro para cobrar a exoneração “dos cargos mais importantes – de diretores pra cima.
Na Casa Civil, uma fonte do acjornal confidenciou, anonimamente, que o prazo de 15 de dezembro é estudado com cautela.
A fonte, no entanto, não soube  informar mais detalhes.
Um jurista ouvido pela reportagem entende que ao exonerar esse pessoal por decreto o governador poderá sofrer prejuízos na formação das chapas majoritária e proporcional, uma vez que Gladson Cameli é candidato à reeleição.
“O governador perderia o controle sobre esses gestores. Quem garante que eles, depois de demitidos, comporiam para reelegê-lo?”, questionou.
A legislação diz que ordenadores de despesas devem ser desligados em abril, caso pretendam ser candidatos. Já os cargos de segundo escalão (diretores, chefes de departamentos e CEC´s) devem deixar a administração pública em julho.
 

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Lei que proíbe uso de fogos de artifício barulhentos em eventos no Acre é aprovada

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Com o objetivo de preservar tanto pessoas idosas, autistas e até o mesmo os animais, a lei que proíbe a venda e uso de fogos de artifícios barulhentos em eventos no Acre foi aprovada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (12).

O PL, de autoria do deputado estadual Pedro Longo em coautoria com a deputada Meire Serafim, foi apresentado na semana passada e apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e em seguida levado a plenário.

“Esse projeto atende a demanda de muitas famílias que têm pessoas autistas, enfermos e também daquelas entidades que fazem o resgate de proteção aos animais, já que além das pessoas com maior sensibilidade, os animais também sofrem muito com estes fogos com estampido, acabam fugindo, se sequelando e muitas vezes morrendo. Então, é um projeto com uma grande relevância social e, agora, esperamos que rapidamente o governador Gladson Cameli sancione para que se torne lei”, disse o deputado.

Na lei aprovada, é dado um prazo de 60 dias para os comerciantes que trabalham neste ramo se adequarem à nova lei assim que ela for sancionada.

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Por G1

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