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‘Doença do pombo’: Mortes na Fundação Casa em SP são investigadas

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Enfermeiras fazem testes em internos na Fundação Casa
Ascom Fundação Casa – 27.04.2022

Enfermeiras fazem testes em internos na Fundação Casa

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo investiga dois casos suspeitos de criptococose, popularmente conhecida como “doença do pombo” , que teriam ocorrido na unidade II da Fundação Casa (antiga Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor, a Febem) de Santo André. Um adolescente morreu no último dia 8, após ficar mais de duas semanas internado.

Outro adolescente, que apresentou os mesmos sintomas, foi internado no dia 25 de março, mas já recebeu alta hospitalar na semana passada, após apresentar melhora no quadro clínico. A equipe médica do município, no entanto, ainda aguarda os resultados dos dois exames para fechar o diagnóstico, segundo a própria Fundação Casa.

Outro adolescente, que apresentou os mesmos sintomas, foi internado no dia 25 de março, mas já recebeu alta hospitalar na semana passada, após apresentar melhora no quadro clínico. A equipe médica do município, no entanto, ainda aguarda os resultados dos dois exames para fechar o diagnóstico, segundo a própria Fundação Casa.

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Ainda segundo a entidade, no início do mês de abril, de forma preventiva, uma empresa terceirizada de controle de pragas e vetores realizou serviço de desinsetização, desratização e controle de pombo no centro socioeducativo.

Além da Vigilância Epidemiológica, a equipe da Gerência de Controle de Zoonoses do município também visitou o unidade Santo André II, realizando novas orientações e disponibilizando material informativo. 

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Dom e Bruno: PF descarta envolvimento de suspeito que se entregou

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Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira
Divulgação

Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira que não há indícios de que Gabriel Pereira Dantas, que se entregou voluntariamente à Polícia Civil de São Paulo na última quinta-feira , tenha envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips. A informação é da Agência Brasil.

Ele afirmou ter participado das mortes e teve sua prisão temporária requerida pela Polícia Civil, mas a Justiça de Atalaia do Norte (AM), que está à frente do caso, indeferiu o pedido.

“Ainda na data de ontem, a referida pessoa foi encaminhada à sede da Polícia Federal em São Paulo para ser formalmente ouvida e prestar esclarecimentos sobre os fatos, mas optou por exercer seu direito constitucional de permanecer calado. Ele permanece em liberdade, tendo em vista que não há indícios de ter participado dos crimes ora em apuração, já que apresentou versão pouco crível e desconexa com os fatos até o momento apurados”, detalhou a PF, em nota à imprensa.

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Gabriel Pereira Dantas, de 26 anos, contou que viu quando os executores atiraram nas vítimas e que os ajudou a jogar os pertences delas no rio.

Ele alegou ter pilotado o barco usado pelos suspeitos no crime. No fim da tarde de quinta-feira, ele havia sido transferido para o 77º Distrito Policial para a Polícia Federal.


Bruno e Dom viajaram para o Vale do Javari, entre as cidades de Atalaia do Norte e Guajará, na tríplice fronteira Brasil, Peru e Colômbia, quando desapareceram no dia 5 de junho. A área possui 8,5 milhões de hectares demarcados, sendo a segunda maior terra indígena do país – a primeira é a Yanomami, com 9,4 milhões de hectares.

Segundo a Polícia Federal, a dupla foi perseguida por pescadores ilegais e assassinados. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados e enterrados. Três homens foram presos por suspeita de participação no crime:

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Dantas alegou à polícia que havia fugido do Amazonas e passado pelo estado do Pará e Mato Grosso, até finalmente chegar a São Paulo. Na nota, a PF afirma que as investigações do caso prosseguem.

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