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Em sessão remota, deputado dispara arma e fala em alerta ao comunismo

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Deputado do MS faz tiro ao alvo em sessão remota da ALMS
Reprodução/YouTube 18.5.2022

Deputado do MS faz tiro ao alvo em sessão remota da ALMS

 O deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul João Henrique Catan (PL) sacou uma arma e fez uma série de disparos em um alvo durante uma sessão remota da câmara local na última terça-feira, afirmando que se tratava de uma “advertência ao comunismo”. O caso ocorreu enquanto era analisado um projeto de lei para reconhecer o risco da atividade de atirador desportivo no estado.

Confira o vídeo:

“Senhor presidente, a aprovação desse projeto visa a armar o cidadão de bem. O armamento acaba com as invasões ilegais, diminui a criminalidade, prevalecendo o nosso direito de liberdade. Lembrando: povo armado jamais será escravizado. Esse projeto é um tiro, é um tiro de advertência no comunismo e na mão leve que assaltou esse país. Por isso, senhor presidente, uma salva de tiro, uma salva de sim”, disse o parlamentar, antes de realizar uma série de disparos com uma pistola contra um alvo.

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Em seguida, entre risos e reclamações de outros participantes, ele foi repreendido pelo deputado Paulo Corrêa (PSDB), que presidia a sessão.

“Não pode fazer isso. Não pode. Houve um exagero”, alertou.

Catan comemorou a aprovação do projeto em suas redes sociais, afirmando que a decisão “solucionará um grave problema”, uma vez que, segundo ele, “atiradores desportivos não têm recursos para se defender caso sejam atacados”.

“Era preciso uma medida legislativa em caráter definitivo para acabar com a insegurança jurídica quanto ao porte dos atiradores. Ao ser sancionado, solucionará um grave problema, já que os atiradores desportivos não têm recursos para se defender caso sejam atacados, considerando que transportam itens de grande interesse para criminosos, como armas e munições”, postou o parlamentar, na terça, comemorando a decisão da casa.

Procurados pela reportagem, tanto o parlamentar quanto a ALMS ainda não retornaram ao contato.

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Dom e Bruno: PF descarta envolvimento de suspeito que se entregou

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Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira
Divulgação

Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira que não há indícios de que Gabriel Pereira Dantas, que se entregou voluntariamente à Polícia Civil de São Paulo na última quinta-feira , tenha envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips. A informação é da Agência Brasil.

Ele afirmou ter participado das mortes e teve sua prisão temporária requerida pela Polícia Civil, mas a Justiça de Atalaia do Norte (AM), que está à frente do caso, indeferiu o pedido.

“Ainda na data de ontem, a referida pessoa foi encaminhada à sede da Polícia Federal em São Paulo para ser formalmente ouvida e prestar esclarecimentos sobre os fatos, mas optou por exercer seu direito constitucional de permanecer calado. Ele permanece em liberdade, tendo em vista que não há indícios de ter participado dos crimes ora em apuração, já que apresentou versão pouco crível e desconexa com os fatos até o momento apurados”, detalhou a PF, em nota à imprensa.

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Gabriel Pereira Dantas, de 26 anos, contou que viu quando os executores atiraram nas vítimas e que os ajudou a jogar os pertences delas no rio.

Ele alegou ter pilotado o barco usado pelos suspeitos no crime. No fim da tarde de quinta-feira, ele havia sido transferido para o 77º Distrito Policial para a Polícia Federal.


Bruno e Dom viajaram para o Vale do Javari, entre as cidades de Atalaia do Norte e Guajará, na tríplice fronteira Brasil, Peru e Colômbia, quando desapareceram no dia 5 de junho. A área possui 8,5 milhões de hectares demarcados, sendo a segunda maior terra indígena do país – a primeira é a Yanomami, com 9,4 milhões de hectares.

Segundo a Polícia Federal, a dupla foi perseguida por pescadores ilegais e assassinados. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados e enterrados. Três homens foram presos por suspeita de participação no crime:

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Dantas alegou à polícia que havia fugido do Amazonas e passado pelo estado do Pará e Mato Grosso, até finalmente chegar a São Paulo. Na nota, a PF afirma que as investigações do caso prosseguem.

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