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Incêndio em centro de reabilitação deixa 11 mortos em Carazinho (RS)

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O Cetrat após ser atingido pelas chamas
Reprodução/Corpo de Bombeiros 24.6.2022

O Cetrat após ser atingido pelas chamas

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Centro de Tratamento e Apoio a Dependentes Químicos (Cetrat), no bairro Vila Rica, em Carazinho, no Norte do Ruo Grande do Sul, na noite desta quinta-feira e deixou 11 mortos. Dez das vítimas morreram no local e uma no hospital. Todos eram homens. Duas pessoas foram levadas para unidades de saúde — um em estado grave e outra, estável. As informações são do g1.

No momento em que as chamas começaram haveria 15 pessoas no Cetrat. Duas delas conseguiram fugir sem ferimentos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, algumas das vítimas estavam numa área de dormitório e perto de janelas, indicando que elas estariam tentando deixar o local.

Equipes de bombeiros seguem trabalhando no centro de tratamento e a procura por vítimas continua. O fogo atingiu uma área feita de madeira. As janelas não tinham grades, mas eram pequenas e uma pessoa não conseguiria passar por elas, informou o Corpo de Bombeiros.

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Segundo o g1, a direção do Cetrat só deve se pronunciar após a conclusão da perícia. Ainda não há informações sobre a identificação dos mortos. A Prefeitura de Carazinho decretou luto oficial de três dias. Uma base de apoio às famílias das vítimas foi montada no município.O caso será investigado pela Polícia Civil.

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PGR diz que sugestões da Defesa sobre urnas eletrônicas são legítimas

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Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou uma manifestação nesta quarta-feira para o Supremo Tribunal Federal (STF) em que classifica como legítima a atuação do  Ministério da Defesa ao encaminhar sugestões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral.

O parecer foi dado em uma ação em que um advogado pede investigação e acusa o general Marco Antônio Freire Gomes, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior e o almirante Almir Garnier Santos de supostos crimes de terrorismo e de tentativa de “abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.

Segundo o autor do pedido, as Forças armadas lançariam mão de “ameaças veladas e às vezes abertas” às eleições. O caso está com a ministra Rosa Weber, que solicitou a manifestação da PGR.

No parecer assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, o pedido de investigação não deve ser acolhido, e representa um “possível inconformismo particular à atuação, em princípio, legítima do Ministério da Defesa”.

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“Com a devida venia, qual terrorista ou transgressor da ordem democrática identificar-se-ia ao presidente do TSE em documento oficial com sugestões para o alegado aprimoramento e a ampliação da transparência do sistema de votação?”, diz Araújo.

“Para mais, não se vislumbra indícios de materialidade e de autoria no fato de, por meio de expediente teoricamente subscrito por Ministro da Defesa, as Forças Armadas não se sentirem “devidamente prestigiadas” ou no fato de Paulo Sergio Nogueira afirmar que “secreto é o exercício do voto, não a sua apuração”.

Segundo a PGR, “o Ministro da Defesa não tenta nem ameaça abolir a urna eletrônica ou o método empregado nas últimas eleições, mas sim propõe diretamente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral medidas aditivas sob o pretexto da melhoria da apuração”.

As Forças Armadas foram convidadas em 2021 pelo ex-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, a integrar o Comitê de Transparência das Eleições (CTE). 


Isso ocorreu diante da insistência do presidente da República Jair Bolsonaro questionar, sem provas, a confiabilidade das urnas eletrônicas, usadas há mais de 20 anos nas eleições do país sem qualquer caso de fraude comprovado.

Desde o início do ano, o ministro da Defesa e o presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, têm trocado uma série ofícios. O general Paulo Sérgio Nogueira Oliveira tem cobrado que o TSE acate as sugestões feitas por militares. 

Em um documento enviado no dia 10 de junho, o ministro disse que as Forças Armadas, convidadas a participar da comissão, não se sentiam prestigiadas e cobrou medidas para eliminar divergências.

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Fonte: IG Nacional

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