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Bajaj tem planos para linha de motos elétricas e deve incluir o Brasil

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Scooter elétrico da Bajaj Chetak é uma das apostas da marca para ampliar a sua linha de motos
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Scooter elétrico da Bajaj Chetak é uma das apostas da marca para ampliar a sua linha de motos

A indiana Bajaj Auto é uma das maiores fabricantes de veículos de duas e três rodas do mundo em termos de volumes de produção e vendas. Apesar da maior fatia estar concentrado em seu país de origem, a marca exporta para mais de 70 países em todo o mundo.

E futuramente o mercado brasileiro entrará para os países nos quais a Bajaj irá exportar, pois já confirmou que vai vender motos no Brasil, ainda que não tenha revelado quais modelos, mas rumores apontam para o modelo Dominar 400.

Essa moto é equipada com motor monocilíndrico de 373,3 cm³ e arrefecimento a água, de 40 cv de potência e 3,5 kgfm de torque associado ao câmbio de seis marchas.

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Além dela, os modelos Pulsar NS 160, Avanger 160, Pulsar NS 250 , competindo com vários nichos das baixas e médias cilindradas no mercado brasileiro.

No entanto, a Bajaj Auto reconhece a importância dos veículos elétricos em áreas como a Índia, onde estão ganhando popularidade em um ritmo sem precedentes. A Bajaj escolheu criar a Chetak Technology como uma subsidiária para fornecer total concentração e melhorias neste setor de mobilidade em rápido crescimento.

Além disso, a  Bajaj  também espera transformar a sua empresa  Chetak Technology em um centro global para projeto, pesquisa e produção de veículos elétricos.

De acordo com Rakesh Sharma, diretor executivo da Bajaj Auto , a fabricante está focada em preservar seus portfólios de veículos com propulsores elétricos e a combustão interna, e espera, pelo menos até o mercado reagir, a tal ponto de mudar toda a linha para eletrificação.

Um dos projetos mais aguardados das instalações da Chetak Technology é uma versão elétrica da linha de motocicletas Pulsar, podendo inclusive ser exportada para outros mercados como o brasileiro, ainda que nenhuma informação concreta tenha sido revelada até agora.

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Além do Brasil, países como Vietnã, Indonésia e Filipinas, onde os scooteres representam mais de 90% do mercado também pode estar nos planos da fabricante e, com isso, expandir e tornar-se populares em outros continentes também.

Fonte: IG CARROS

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Yamaha quer que suas fábricas sejam neutras em carbono até 2035

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Unidade de produção da Yamaha em Ludhiana, Punjab, na Índia, é uma das fábricas que ficarão mais ecológicas
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Unidade de produção da Yamaha em Ludhiana, Punjab, na Índia, é uma das fábricas que ficarão mais ecológicas

A Yamaha anuncia que seu objetivo  é se tornar ‘verde’ na questão de neutralizar em todas suas fábricas no mundo quanto ao número de carbono e que todo o processo está sendo acelerado em 15 anos.

O programa da empresa ‘Yamaha Motor Group Environmental Plan 2050’ tem como propósito alcançar a neutralidade de carbono para suas fábricas, incluindo aquelas no exterior, até 2050, mas graças ao adiantamento do processo, esse plano valeria agora para  até 2035.

Para atingir o novo objetivo, a empresa diz que intensificará as iniciativas para minimizar seu consumo de energia e também para usar energia mais limpa e que algumas das ideias já estão sendo consideradas para atingir esses objetivos.

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Entre as ideias, estão a redução do uso de energia por meio de melhores requisitos de direcionamento; desligamentos automáticos meticulosos de equipamentos quando não são necessários; introdução de equipamentos minimizados, mas altamente produtivos; mudança para energia hidrelétrica sempre que possível; instalar mais painéis solares e direcionar o uso de eletricidade livre de carbono globalmente até 2030.

De acordo com a Yamaha, o resultado projetado desses movimentos até 2035 é uma redução de 92% nas emissões de CO2 (em comparação com 2010) das operações de produção nas fábricas locais e internacionais da Yamaha Motor.

Além disso, as emissões restantes de CO2 serão compensadas internacionalmente por meio de métodos reconhecidos para levar a cabo o plano da Companhia para alcançar a neutralidade de carbono em todas as suas fábricas.

Fonte: IG CARROS

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