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Após DF, Coca-Cola dará explicações sobre Del Valle Fresh ao Procon-RJ

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Del Valle Fresh
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O Procon Carioca notificou a Coca-Cola a prestar esclarecimentos sobre a linha Del Valle Fresh. O órgão municipal de defesa do consumidor diz ter tido notícia por reportagens de possíveis descumprimentos da legislação no que diz respeito a informação na publicidade do produto. A empresa terá cinco dias para responder.

Esta semana, o Procon-DF determinou a suspensão da distribuição e venda dos produtos da linha Del Valle Fresh até que seja feita alteração no rótulo da bebida. O órgão também determinou que seja feita contrapropaganda para esclarecer qualquer equívoco que a rotulagem ou publicidade do produto possa ter causado ao consumidor, já que há em destaque fruto na embalagem, apesar da composição ter apenas 1% de suco.

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O Procon Carioca, por sua vez, pediu a Coca-Cola informação sobre a linha completa de produtos Del Valle, com cópia da embalagens e rótulos de cada item tabela nutricional, atestando a composição de cada um dos ingredientes e cópia dos materiais publicitários utilizados para divulgação das bebidas. Segundo o diretor executivo do Procon Carioca, Igor Costa, a ideia é verificar se a publicidade do produto pode levar o consumidor a pensar que se trata de suco, o que a bebida não é, já que possui concentração suficiente da fruta.

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Empresa diz que há transparência

Procurada a Coca-Cola voltou a dizer que “a ilustração no rótulo da linha Fresh da marca Del Valle reflete a matéria-prima presente na bebida”. E acrescentou que “em razão do seu compromisso de transparência com o consumidor, disponibiliza no respectivo rótulo todas as informações referentes à sua composição, incluindo a quantidade de suco presente no produto, em estrita observação à legislação brasileira vigente e normas regulamentadoras dos órgãos competentes da categoria”.

A fabricante afirma que “os produtos da linha Fresh da marca Del Valle não são e nunca foram classificados como suco ou néctar” e garante que seguirá todas as determinações dos órgãos competentes.

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Ministro diz que bancos não poderão cobrar taxas sobre Auxílio Brasil

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Auxílio Brasil
Agência Brasil

Auxílio Brasil

O ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento, disse em entrevista nesta sexta-feira (30) que bancos não poderão cobrar nenhum tipo de taxa para famílias que optarem pelo crédito consignado do Auxílio Brasil. Ele destacou ainda que o teto de juros a serem permitido é de 3,5% ao mês.

“O empréstimo consignado veio para assessorar as famílias nesse momento de recuperação social que o país passa pelo pós-pandemia. Essas famílias, que se encontram endividadas, às vezes pagando taxa de juros em cartão de crédito da ordem de até 20% ao mês, agora vão poder trocar essa dívida cara por uma dívida barata”, disse.

Durante a entrevista, Roberto também destacou que o teto de juros definido para a linha de crédito é de 3,5% ao mês. 

A opção citada pelo ministro é que as famílias participantes do benefício pelo crédito consignado é empreendedorismo, já que o programa agora permite que beneficiários criem, por exemplo, microempresa individual sem perder o direito ao auxílio.

“A família consegue, com esse novo benefício do consignado, comprar um equipamento para continuar a sua produção. Muitos profissionais autônomos que, durante a pandemia, tiveram a sua renda prejudicada, muitas vezes chegando a zero e impedidas de ganhar o seu sustento, agora, com essa ferramenta do empréstimo consignado, vão conseguir retomar a sua atividade de trabalho”, disse em entrevista à TV Brasil.

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Recentemente, o  presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prorrogou por 60 dias a vigência da  medida provisória (MP) que garante a opção da liberação de crédito pelo Auxílio Brasil. 

O Ministério da Cidadania informou recentemente que 17 instituições financeiras haviam feito o pré-cadastro para ofertar a modalidade. Mas não detalhou quais seriam esses bancos. Porém, grandes bancos como Bradesco, Itaú e BMG já se posicionaram contra a possibilidade de ofertar o crédito. 

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também se posicionou, dizendo que que não há previsão para a concessão do consignado devido a aspectos operacionais, tempo para análise de risco e exigências burocráticas.

Fonte: IG ECONOMIA

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