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Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como

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Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como
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Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como

Além da coleta presencial e pela internet, é possível responder ao Censo 2022 por ligação. Desde o último dia 1º, mais de 183 mil recenseadores estão nas ruas de todos os 5.570 municípios brasileiros para visitar 89 milhões de endereços. 

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Esta é a primeira vez que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) libera a participação pelo telefone — no último Censo, em 2010, já era possível responder as perguntas via internet. A pesquisa é realizada a cada dez anos, mas acabou sendo adiada em 2020 e 2021 devido à pandemia de Covid-19 e a cortes orçamentários.

Independente da escolha (presencial, telefone ou internet), o recenseador deverá visitar o domícilio para captar a coordenada e fazer o contato com o morador.

A partir daí, o cidadão poderá realizar ou agendar a entrevista presencial, marcar com o recenseador uma entrevista por telefone ou optar pelo autopreenchimento via internet. Se escolher responder pela internet, receberá um e-ticket, com validade de sete dias.

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A entrevista por telefone também será utilizada para aqueles que optarem pelo autopreenchimento pela internet, mas não concluírem o questionário. Para isso, o IBGE criou o Centro de Apoio ao Censo (CAC), disponível pelo número 0800 721 8181.

Em caso de recusa ou ausência do morador, o recenseador deixará um bloco de recado e/ou tentará o contato por telefone. Além disso, deverá retornar ao domicílio, no mínimo, mais quatro vezes, sendo que uma obrigatoriamente em turno alternativo.

Depois que o recenseador encerra a coleta no setor censitário, o supervisor retornará nos domicílios com morador ausente ou com recusa expressa e entregará uma carta de notificação, contendo um e-ticket válido por dez dias para o preenchimento pela internet.

Fonte: IG ECONOMIA

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ECONOMIA

Uso de cheques cai 14% no 1º semestre

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Uso de cheques no país mantém queda e reduz 14% no primeiro semestre
Imagem de Arquivo/Agência Brasil

Uso de cheques no país mantém queda e reduz 14% no primeiro semestre

O avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020 fazem com que o uso do cheque no país continue mantendo a queda verificada nos últimos anos. No primeiro semestre de 2022, o número de documentos compensados no Brasil atingiu 103,9 milhões, uma redução de 13,8% em relação ao mesmo período de 2021, quando totalizou 120,6 milhões de documentos compensados.

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As estatísticas têm como base a Compe – Serviço de Compensação de Cheques. No ano passado, o número de cheques compensados no Brasil caiu para 218,9 milhões, uma redução de 93,4% em relação ao ano de 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques. Na comparação com 2020, a queda foi de 23,7% – naquele ano, foram compensados 287,1 milhões de documentos em todo o país.

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“O cliente bancário tem deixado, cada vez mais, de usar cheques, e optado por outros meios de pagamento, em especial os canais digitais, que hoje são responsáveis por 70% das operações bancárias no país. E a crescente digitalização do cliente bancário foi impulsionada, também, pela entrada em funcionamento do Pix, em novembro de 2020. Só neste primeiro semestre foram feitas 9,74 bilhões de transações totalizando R$ 4,66 trilhões”, afirma Walter Faria, diretor adjunto de Serviços da FEBRABAN.

Apesar da redução do número dos cheques compensados neste primeiro semestre, o total do volume financeiro dos documentos permaneceu estável passando de R$ 333,5 bilhões nos seis primeiros meses de 2021 para R$ 333,3 bilhões no mesmo período deste ano. “Os números mostram que o valor médio do cheque é mais alto, o que significa que a população está usando este meio de pagamento para transações de maior valor, enquanto as transações menores e do dia a dia são feitas com o Pix”, avalia Walter Faria.

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1º Semestre Compensados Variação semestral

2021 // 120.614.520 2022 // 103.901.380 // -13,8%

Fonte: IG ECONOMIA

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