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G7 promete reforçar pressão econômica sobre a Rússia

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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado
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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado

Os ministros das Relações Exteriores do G7 prometeram neste sábado (14) que vão reforçar o isolamento econômico e político da Rússia. O grupo, que reúne as maiores economias mundiais, ainda afirmou que vai continuar fornecendo armas para a Ucrânia e trabalhando para conter a escassez mundial de alimentos causada pela guerra. As informações são da Reuters.

Reunidos na Alemanha, ministros da Grã-Bretanha, Canadá, Alemanha, França, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia se comprometeram a continuar auxiliando a Ucrânia militarmente pelo “tempo que for necessário”. 

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Em comunicado, o G7 ainda insistiu para que a China interrompa qualquer tipo de ajuda à Rússia e tentativas de justificar a guerra.

O próximo passo para aumentar a pressão contra Moscou deve ser proibir gradualmente a compra de petróleo russo por estados membros de União Europeia. Um acordo deve ser estabelecido na próxima semana.

“Vamos acelerar nossos esforços para reduzir e acabar com a dependência do fornecimento de energia russo e o mais rápido possível, com base nos compromissos do G7 de eliminar ou proibir as importações de carvão e petróleo russos”, disse o grupo, em comunicado.

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Bolsonaro regulamenta teletrabalho na administração pública

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A mudança está prevista nas normas publicadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República que instituem o Programa de Gestão de Desempenho para Pessoal Civil da Administração com trabalho presencial ou remoto
Isac Nóbrega/PR

A mudança está prevista nas normas publicadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República que instituem o Programa de Gestão de Desempenho para Pessoal Civil da Administração com trabalho presencial ou remoto

O presidente Jair Bolsonaro regulamentou nesta terça-feira (17), por meio de decreto presidencial, o trabalho remoto na administração pública. A possibilidade está prevista nas normas publicadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República que instituem o Programa de Gestão de Desempenho para Pessoal Civil da Administração com trabalho presencial ou remoto.

Segundo o documento, a comprovação de frequência para agentes públicos que concordarem em realizar suas funções de maneira remota passará a ser a entrega periódica de demandas. A possibilidade de trabalho remoto será integral ou parcial, observada a necessidade do funcionário estar disponível para chamadas telefônicas – inclusive para atender ao público externo – durante todo o expediente.

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Também há a previsão do aumento de produtividade para aqueles que optarem pelo serviço remoto. O texto cria, ainda, a possibilidade de trabalho a partir do exterior, mas apenas por tempo limitado e em “hipóteses restritas”. O regime de trabalho remoto será estabelecido seguindo os interesses da administração pública. O documento não detalha como a nova norma será implementada.

“Essa substituição tem foco na administração voltada para resultados e busca maior transparência em relação às atividades desenvolvidas pela administração pública e seus agentes”, diz o comunicado da Secretaria-Geral.

De acordo com o governo federal, a medida terá impactos sobre a produtividade do funcionalismo público, já que institui um modelo de trabalho “voltado para resultados e incremento de eficiência.”

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