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Gasolina, etanol e diesel caíram mais de 5% em agosto, diz ANP

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Gasolina foi o combustível com maior queda registrada, chegando a quase 6% de diminuição no preço final
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Gasolina foi o combustível com maior queda registrada, chegando a quase 6% de diminuição no preço final

Dados coletados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostram que houve uma queda de mais de 5% nos preços de etanol, gasolina e diesel nos postos brasileiros. A mudança foi causada principalmente pelas políticas de redução de cotações nas refinarias da Petrobras e um recuo internacional no preço do petróleo, de acordo com a Agência.

O litro da gasolina comum saiu de R$ 5,74 nos últimos dias de julho para R$ 5,40 na terceira semana de agosto, registrando a maior queda entre os combustíveis, de 5,92%. 

Nas três primeiras semanas do mês, o etanol caiu 5,46%, com o preço caindo de R$ 4,930 para R$ 4,680 o litro. 

Já o litro do diesel registrou 5,06% de queda em comparação com a última semana do mês passado, saindo de R$ 7,51 para R$ 7,13.  

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Ao longo do mês, os preços foram sendo reduzidos por conta da redução de tributos, especialmente da gasolina e do etanol, após medidas adotadas pelo governo federal. No mês, a Petrobras já reduziu diversas vezes o preço da gasolina e do etanol nas refinarias, mirando aliviar o bolso dos consumidores às vésperas das eleições.

A pesquisa semanal da ANP não era divulgada há duas semanas por conta de um ataque virtual aos seus sistemas, no dia 4 deste mês.

Fonte: IG ECONOMIA

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ECONOMIA

Caged: Brasil cria 159,4 mil empregos em outubro, mas salário cai

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Coletiva de divulgação do Caged
Reprodução YouTube

Coletiva de divulgação do Caged

O Ministério do Trabalho e da Previdência Social informou nesta terça-feira (29) que o país criou 159,4 mil empregos com carteira assinada em outubro deste ano. O balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta 1,78 milhão de contratações e 1,63 milhão de demissões.

Com relação a outubro do ano passado, a queda é de 37%, quando foram gerados 252,5 mil postos de trabalho. Em outubro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, foram gerados 365,9 mil empregos. 

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No ano, já são 2,32 milhões de vagas formais, de acordo com o Ministério do Trabalho. 

“Isso nos dá a possibilidade de sonhar, no fechamento de 2022, com mais de 2 milhões e meio de novos postos de trabalho. É uma felicidade, mais uma vez, a gente verifica que a economia está no rumo certo”, disse o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira.

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O número, no entanto, representa desaceleração, se comparado com o mesmo período de 2021, quando foram criadas 2,75 milhões de vagas.

A estratificação dos dados aponta que o setor que puxou a criação de empregos foi o de serviços. Além disso, a região que mais apresentou novos postos de trabalho foi o Sudeste. 

Em outubro de 2022, os dados registraram saldo positivo no nível de emprego em quatro setores:

  • Serviços (+91.294 postos), distribuído principalmente nas atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+49.260 postos);
  • Comércio (+49.356 postos);
  • Indústria (+14.891 postos), concentrado na Indústria de Transformação (+13.095 postos);
  • Construção (+5.348 postos) e
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1.435 postos).

No mês, cinco regiões brasileiras apresentaram saldo positivo:

  • • Sudeste (+80.740 postos, +0,37%);
  • • Nordeste (+32.223 postos, +0,46%);
  • • Sul (+31.244 postos, +0,39%);
  • • Centro-Oeste (+8.409 postos, +0,22%);
  • • Norte (+7.266 postos, +0,35%).

Entre os 27 estados, só o Amapá registou saldo negativo. 

  • As UFs com maior saldo foram:
  • • São Paulo: +60.404 postos (+0,46%);
  • • Rio Grande do Sul: +13.853 postos (+0,52%);
  • • Paraná: +10.525 postos (+0,36%);
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As Unidades Federativas com menor saldo foram:

  • • Rondônia: +617 postos (+0,24%);
  • • Roraima: +525 postos (+0,75%);
  • • Amapá: -499 postos (-0,65%).

Com relação ao salário médio de admissão, em outubro houve decréscimo real de R$ 7,28 no salário médio de admissão, uma variação em torno de -0,38%. Atualmente esse índice encontra-se em R$ 1.932,93. 

Na comparação com outubro de 2021, porém, houve aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 1.910,11.

Fonte: IG ECONOMIA

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