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‘Lira não tem amigo caminhoneiro’, diz líder da classe sobre auxílio

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Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro
Reprodução/Facebook

Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro

Wallace Landim, o “Chorão”, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA) criticou nesta quarta-feira (22) o auxílio diesel de R$ 400 , pensado pelo governo como solução para amenizar a crise com a categoria. Segundo ele, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira , “passa vergonha” ao propor a medida, que poderia ter sido evitada ao questionar qualquer caminhoneiro. 

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“Voucher caminhoneiro volta novamente essa discussão pelo presidente da Casa, Arthur Lira, de R$ 400 para a categoria… Eu quero perguntar para o Lira se ele não tem um amigo caminhoneiro no estado dele para fazer essa pergunta e não passar essa vergonha”, declarou Chorão, completando: “Caminhoneiro não precisa de esmola e sim de dignidade”. 

Ele voltou a pedir o fim da política de preços em paridade internacional , adotada pela Petrobras em 2016, e criticou o presidente Jair Bolsonaro: “Está totalmente perdido”. 

“Bolsonaro lançou a MP 1117 (que altera a tabela do frete), tivemos o aumento de 14,25% no diesel , sangrando a nossa categoria e o povo brasileiro e não tem nem a fiscalização da lei que conquistamos e nem uma transparência do governo federal e também da Petrobras referente a um possível desabastecimento do diesel no país”. 

“Presidente, tenha coragem, responsabilidade. Se precisar de uma caneta BIC eu compro uma pro senhor”, finalizou o líder da greve de 2018. 

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ECONOMIA

Projeto que promete redução na conta de luz é sancionado; entenda

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Sancionado o PL que prevê devolução de tributos e redução na conta de luz
Fernanda Capelli

Sancionado o PL que prevê devolução de tributos e redução na conta de luz

O presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei que cria mecanismo para redução das tarifas de energia elétrica ainda neste ano para o consumidor, por meio da  devolução de cobranças indevidas na conta de luz.

A sanção da lei foi publicada nesta terça-feira (28) no Diário Oficial da União (DOU), após a proposta ter sido aprovada no Senado e na Câmara . Não houve vetos.

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O projeto se refere à retirada do ICMS (tributo estadual) da base de cálculo do PIS/Cofins (tributos federais), determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa retirada gerou um crédito de R$ 50 bilhões para as distribuidoras de energia elétrica. É um crédito pago pela Receita Federal.

Agora, esse crédito irá para o consumidor. Parte desses valores já foram devolvidos por meio das contas de luz. É o caso da Light, por exemplo, em que o reajuste deste ano já considerou parte da devolução dos recursos cobrados nas contas de luz.

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Como parte dos valores já foram usados, a estimativa do governo é que haja um saldo de R$ 42 bilhões que podem ser destinados às contas de luz, reduzindo os valores neste ano.

As distribuidoras de energia têm reajuste aprovado anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esse reajuste considera diversos fatores, como subsídios, custo de compra de energia, e o dólar.

O projeto determina que a Aneel devolva os valores integralmente aos consumidores neste ano. Nos casos em que já houve reajuste, o texto determina uma revisão tarifária extraordinária — isso seria feito, por exemplo, para a Light e a Enel Rio.

O texto aprovado surgiu depois de uma série de reajustes na casa de dois dígitos, que despertou a preocupação de políticos em ano eleitoral.

Fonte: IG ECONOMIA

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