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Lula: Bolsonaro quer CPI na Petrobras por ter medo dos acionistas

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Lula criticou a possibilidade de uma CPI contra a Petrobras
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Lula criticou a possibilidade de uma CPI contra a Petrobras

O ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (23) a possibilidade de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras . A medida é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, mas  sofre para garantir as 171 assinaturas necessárias.

“Eles querem destruir a Petrobras a cada passo”, disse Lula em entrevista à Rádio Difusora, do Amazonas. “O Bolsonaro não tem coragem, tem medo dos acionistas, tem medo que falem com Guedes, ele não quer mexer [no PPI]. Ele jogou a culpa nos governadores que podem aprovar [a mudança] no ICMS, que não vai reduzir os preços. A culpa é do governo”.

“E agora quer fazer uma CPI para jogar a culpa nos outros. Deveríamos fazer uma CPI sobre as mentiras do governo dele”, completou

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Lula também criticou a alta da inflação e prometeu manter os benefícios para Zona Franca de Manaus em caso de eventual reforma tributária. 

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De acordo com o pré-candidato ao Planalto, a CPI é tentativa de Bolsonaro de transferir para outros a responsabilidade da incapacidade de gestão.

 “Não temos um governo normal. Estão tentando aprovar a CPI da Petrobras, um absurdo porque a primeira coisa que ele tenta fazer é jogar a responsabilidade da sua incapacidade, diuturnamente, em cima dos outros”, disse na segunda-feira (21), durante ato de lançamento das diretrizes do governo da chapa Lula-Alckmin e da plataforma de recebimento de sugestões para o programa.

Se eleito, o ex-presidente promete acabar com a política de preços em paridade internacional, que obriga a empresa a reajustar os combustíveis de acordo com o preço do petróleo e da taxa de cãmbio. 


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Indefinições sobre texto faz Senado adiar votação da PEC das Bondades

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Senado retomará votação nesta quinta-feira
Reprodução: ACidade ON

Senado retomará votação nesta quinta-feira

O Senado adiou para a quinta-feira (30) a análise e votação da PEC das Bondades, que prevê aumento do Auxílio Brasil e Vale-Gás, além de criar um Auxílio-Caminhoneiro. Os senadores pediram mais tempo para analisar as mudanças na proposta feitas pelo relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Em relatório divulgado nesta quarta-feira (29), Bezerra retirou as propostas sobre os combustíveis, como o ressarcimento aos estados que zerarem a alíquota de ICMS sobre o diesel e gás de cozinha, e recuperou a proposta que aumenta benefícios sociais. Chamado de “Pacotão de Bondades”, a proposta é uma alternativa encontrada por governistas para reduzir a pressão sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) em ano eleitoral. O valor total para viabilizar os reajustes é de R$ 38 bilhões.

A matéria, segundo senadores e interlocutores ouvidos pela reportagem, deve ser aprovada com tranquilidade pela Casa, visto que as eleições estão se aproximando. No entanto, há inseguranças jurídicas sobre o tema, já que ultrapassaria os limites da lei eleitoral.

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O relatório do senador Fernando Bezerra trazia uma cláusula em que colocava o país em estado de calamidade. A ideia foi criticada por líderes de oposição e ainda deverá ser discutida entre os parlamentares.

Se aprovada, a proposta irá reajustar o Auxílio Brasil para R$ 600 até o fim do ano, ou seja, os R$ 200 a mais serão disponibilizados até dezembro de 2022. Já os caminhoneiros terão um auxílio de R$ 1 mil para aliviar a alta no preço dos combustíveis.

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Beneficiários do vale-gás também devem ser beneficiados com a proposta. O valor do benefício será reajustado em R$ 53, mas ainda não atingirá a média do preço do GLP de 13 kg, que está em R$ 120, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

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Outras propostas

Os senadores ainda querem discutir uma emenda apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) para liberar R$ 3 bilhões para um auxílio aos taxistas e motoristas de aplicativo. Embora alguns parlamentares tenham divergido da iniciativa, o governo abriu a possibilidade de negociação.

Outro ponto que ainda deve ser palco de discussões no Senado é a distribuição dos R$ 200 a mais do Auxílio Brasil. Enquanto alguns senadores querem liberar o valor para todos os beneficiários, outros defendem que o reajuste seja feito conforme o nível econômico familiar.

Se aprovado pelos senadores, em dois turnos, o texto será levado à Câmara dos Deputados antes da sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: IG ECONOMIA

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