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Putin pede cooperação de Brics contra sanções ocidentais

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Vladmir Putin, presidente da Rússia.
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Vladmir Putin, presidente da Rússia.

Vladimir Putin, presidente da Rússia, pediu nesta quinta-feira (23) aos bloco Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) uma cooperação para enfrentar as recentes “ações egoístas” dos países ocidentais, se refirindo as sanções recentes de diversos países contra a guerra na Ucrânia.

Putin disse  em seu discurso que “apenas com base em uma cooperação honesta e vantajosa para todos poderemos encontrar uma saída para esta situação de crise que afeta a economia mundial devido às ações egoístas e imprudentes de alguns países”.

A fala aconteceu no início da reunião de cúpula virtual do grupo, mencionando as sanções que o país vem sofrido nos últimos meses e que podem efetivamente afetar a economia mundial. O líder russo também mencionou que os países ocidentais estão tentando “usar mecanismos financeiros para responsabilizar todos por seus próprios erros”.

“Para que os países dos Brics assumam um papel de liderança, hoje é mais necessário do que nunca elaborar uma política unificadora e positiva, a fim de criar um sistema [mundial] verdadeiramente multipolar” disse Putin. Segundo o próprio, os países que fazem parte do Brics podem contar com o apoio de “vários países da Ásia, África e América Latina que buscam promover uma política independente”.

Foi dito pelo predidente russo que já estão sendo negociada a entrada de empresas indianas no país e um aumento no número de produção de carros chineses. Já Bolsonaro, que também participou da conferência, não chegou a comentar o conflito entre os ucrânianos e os russosm. O presidente do Brasil mencionou a entrada do país no NBD (Novo Banco de Desenvolvimento), o banco do Brics. 

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Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

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Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%
Agência Brasil

Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica , que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde . Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

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Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.

Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

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