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Bia Haddad Maia prolonga série invicta e se classifica em Eastbourne

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A paulistana Beatriz Haddad Maia chegou, nesta quarta-feira (22), à 12ª vitória consecutiva nesta temporada. A brasileira, que ocupa a 29ª posição do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), derrotou a britânica Jodie Burrage (169ª) por dois sets a zero (6/1 e 6/2), alcançando as quartas de final do WTA 500 de Eastbourne (Grã-Bretanha).

Na próxima fase Bia terá pela frente a ucraniana Lesia Tsurenko (114ª), que superou a polonesa Madga Linette (66º) por dois sets a um (7/5, 3/6 e 7/5) também nesta quarta. O duelo está previsto para 12h30 (horário de Brasília) de quinta-feira (23).

Detentora da maior série de triunfos em quadra de grama do tênis feminino desde as 20 vitórias seguidas da norte-americana Serena Williams, entre 2015 e 2018, Bia mira o terceiro título consecutivo em 2022. A paulistana vem de conquistas em dois torneios nível WTA 250, em Birmingham e Nottingham, também em solo britânico, nas últimas semanas.

A gira serve como preparação para o Torneio de Wimbledon, em Londres (Grã-Bretanha). Bia será a cabeça de chave número 23. Desde Maria Esther Bueno, no US Open de 1968, em Nova York (Estados Unidos), o Brasil não tinha uma tenista nesta condição em um Grand Slam.

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Edição: Fábio Lisboa

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Esporte

Águas abertas: Ana Marcela Cunha conquista ouro nos 5 km no Mundial

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A baiana Ana Marcela Cunha conquistou, nesta segunda-feira (27), a medalha de ouro na prova de cinco quilômetros em águas abertas no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em Budapeste (Hungria). A brasileira completou o percurso em 57min52s90, menos de um segundo à frente da francesa Angelie Muller, segunda colocada. A italiana Giulia Gabbrielleschi levou o bronze.

Foi a 13ª medalha de Ana Marcela em Mundiais, sendo a sexta dourada e a segunda nos cinco quilômetros – a primeira dela foi há três anos, na edição de Gwangju (Coreia do Sul). A gaúcha Viviane Jungblut, que já havia competido em duas provas de piscina (800 metros e 1,5 metros) e no revezamento em águas abertas, terminou a disputa desta segunda em sétimo.

“Cada medalha tem seu gosto especial, tem uma preparação diferente e uma preparação por trás de cada medalha. Acho que a minha primeira medalha, que foi de bronze, foi nos cinco quilômetros. Ali tudo começou. Hoje, chegar a 13ª medalha, mostra a consistência do nosso trabalho e estou muito feliz com mais essa conquista”, disse a baiana, de 30 anos, ao site da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos

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Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos – Divulgação/CBDA/Direitos Reservados

Ana Marcela cai novamente nas águas de Budapeste na quarta-feira (29), às 3h (horário de Brasília), para a prova de dez quilômetros, distância olímpica da modalidade na qual a brasileira foi medalhista de ouro nos Jogos de Tóquio (Japão), no ano passado. Na quinta-feira (30), às 4h, será a vez dos 25 quilômetros, disputa em que é tetracampeã mundial.

Na prova masculina de cinco quilômetros, o Brasil foi representado pelo paulistano Bruce Hanson (21º) e pelo carioca Gabriel Arteiro (22º). Foi a estreia deles em provas individuais em Mundiais. Bruce volta a competir na quinta, às 7h, com o carioca Guilherme Costa, o “Cachorrão”, nos dez quilômetros.

Ingrid faz história

Também nesta segunda-feira, Ingrid Oliveira terminou a prova da plataforma de dez metros de saltos ornamentais na quarta posição, com 327.10 pontos. O resultado da carioca, de 26 anos, foi o melhor da história do Brasil na modalidade em Mundiais, superando a quinta colocação do brasiliense Cesar Castro no trampolim de três metros na edição de Roma (Itália), em 2009.

Ingrid brigou pelo pódio com a malaia Pandelela Pamg (que levou o bronze, com 338.85 pontos) e com a canadense Caeli Mckay (que ficou em quinto, com 318.45 pontos). A medalha de ouro ficou com a chinesa Yuxi Chen (417.25 pontos), que teve a compatriota Hongchan Quan (416.95 pontos) na sequência. Ambas também estiveram no pódio em Tóquio, com Quan em primeiro e Chen em segundo.

Edição: Aline Leal

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