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Funcionário demitido delatou esquema que resultou em 7 prisões e 17 apreensões no Acre

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A VT Publicidade, da publicitaria Charlene Lima, entendeu que os serviços de um certo funcionário não eram mais necessários. O rapaz foi demitido. Mas ele não se conformou com a decisão da empresaria e buscou  seus direitos junto a Justiça do Trabalho. La, ele foi alem da reivindicação natural por suas verbas indenizatórias. Decidiu delatar supostas irregularidades cometidas pela empresa onde trabalhou por alguns meses. Os delegados da Policia Federal que acompanharam a Operação Hefesto, nesta quinta-feira, não detalharam o depoimento do rapaz. Mas direcionaram a investigação a uma investida criminosa, por parte da cúpula da empresa, a um grupo de servidores do Judiciário. Ou seja, houve uma tentativa de suborno aos servidores da Justiça do trabalho que estavam encaminhando denuncias contra a empresaria apos o trabalhador demitido ter sido ouvido.

O objetivo era, literalmente, abafar o caso, mediante o pagamento de valores não revelados. Um juiz trabalhista entrou no caso, mas como alguém que estava interessado em punir o grupo que tentou subornar seus subordinados. A Policia federal foi acionada, um inquérito foi montado, as provas juntadas e os pedidos de prisão e busca e apreensão chegaram a mesa do juiz Herley da Luz Brasil, que nao pensou duas vezes. As provas são fartas e a candidatura da publicitaria a deputada federal pode ser inviabilizada. os advogados tentam habeas Corpus para liberar Charlene Lima, sua advogada, uma parente sua que também disputara as eleições e outras duas funcionarias da VT Publicidades.

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