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Petrobras aumenta em 19% o preço do gás natural

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O gás natural vendido pela Petrobras para as distribuidoras vi ter aumento médio de 19% a partir do dia 1 de maio,  com relação ao trimestre encerrado em abril.

Segundo a Petrobras, o ajuste ocorre por causa da variação do petróleo brent, principal referencia internacional, e da taxa de câmbio.

A companhia afirma que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras e pelos tributos federais e estaduais.

O produto é usado na indústria e deve gerar em nova escalada de aumento de preços em diversos setores.

O gás natural também é usado em 8% das residências do país. O aumento no preço impacta a indústria de automóveis, geração de energia e outras. O gás de cozinha, de botijão, no entanto, segue tabela própria de preços.

Aumento na produção

Na quinta-feira (28), a Petrobras anunciou uma alta na produção de petróleo e gás, no primeiro trimestre deste ano. Segundo a empresa, contribuiu para o resultado positivo o fato da produção do pré-sal ter batido recorde em janeiro deste ano.

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O aumento é de 3,4% na produção média de óleo, LGN (líquidos de gás natural) e gás natural, no 1º trimestre deste ano, em relação ao 4º trimestre de 2021.

A empresa atingiu 2,8 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) no 1º trimestre de 2022.

Os dados fazem parte do Relatório de Produção e Vendas. “Este resultado se deu, principalmente, em razão da crescente produção dos FPSOs [navios plataformas] Carioca (campo de Sépia) e P-68 (campos de Berbigão e Sururu), localizados no pré-sal da Bacia de Santos, e da entrada em operação de novos poços no pós-sal na Bacia de Campos”, informou a companhia.

As refinarias da Petrobras estão sendo utilizadas com carga próxima ao máximo projetado.

Por UOL

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Dom e Bruno: PF descarta envolvimento de suspeito que se entregou

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Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira
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Suspeito de participar de morte de Dom e Bruno se entregou em SP na quinta-feira

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira que não há indícios de que Gabriel Pereira Dantas, que se entregou voluntariamente à Polícia Civil de São Paulo na última quinta-feira , tenha envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Philips. A informação é da Agência Brasil.

Ele afirmou ter participado das mortes e teve sua prisão temporária requerida pela Polícia Civil, mas a Justiça de Atalaia do Norte (AM), que está à frente do caso, indeferiu o pedido.

“Ainda na data de ontem, a referida pessoa foi encaminhada à sede da Polícia Federal em São Paulo para ser formalmente ouvida e prestar esclarecimentos sobre os fatos, mas optou por exercer seu direito constitucional de permanecer calado. Ele permanece em liberdade, tendo em vista que não há indícios de ter participado dos crimes ora em apuração, já que apresentou versão pouco crível e desconexa com os fatos até o momento apurados”, detalhou a PF, em nota à imprensa.

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Gabriel Pereira Dantas, de 26 anos, contou que viu quando os executores atiraram nas vítimas e que os ajudou a jogar os pertences delas no rio.

Ele alegou ter pilotado o barco usado pelos suspeitos no crime. No fim da tarde de quinta-feira, ele havia sido transferido para o 77º Distrito Policial para a Polícia Federal.


Bruno e Dom viajaram para o Vale do Javari, entre as cidades de Atalaia do Norte e Guajará, na tríplice fronteira Brasil, Peru e Colômbia, quando desapareceram no dia 5 de junho. A área possui 8,5 milhões de hectares demarcados, sendo a segunda maior terra indígena do país – a primeira é a Yanomami, com 9,4 milhões de hectares.

Segundo a Polícia Federal, a dupla foi perseguida por pescadores ilegais e assassinados. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados e enterrados. Três homens foram presos por suspeita de participação no crime:

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Dantas alegou à polícia que havia fugido do Amazonas e passado pelo estado do Pará e Mato Grosso, até finalmente chegar a São Paulo. Na nota, a PF afirma que as investigações do caso prosseguem.

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