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Márcio Bittar obedece Bolsonaro, deixa MDB para ser ministro e pretende controlar dois senadores acreanos; entenda

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A saída do senador Marcio Bittar do MDB, anunciada por ele mesmo na semana passada, não foi pelo simples fato de ele buscar espaço político em outro partido, mas uma exigência do próprio presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro vai nomeá-lo ministro chefe da casa civil para substituir o atual ocupante da pasta, Ciro Nogueira, que vai pedir afastamento do cargo para disputar uma vaga de senador em 2022.
A imposição de Jair Bosolnaro para o amigo Márcio Bittar mudar de partido foi para evitar comentários de que ele estaria entrando no ministério através de cota do MDB, o que causaria desconforto político entre os aliados do governo.
Márcio Bittar já anunciou ao presidente estadual do MDB no Acre, deputado Federal Flaviano Melo, sua ida ao grupo resultante da fusão do Democratas (DEM) com o PSL, pelo qual Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil em 2018.
Uma fonte do ACjornal em Brasília garante que Márcio Bittar aposta na reeleição do presidente, mesmo contrariando as pesquisas.
Bittar acredita que vai permanecer no cargo de ministro em um eventual segundo mandato de Bolsonaro.
“Se em todas as hipóteses, os cálculos de Márcio Bittar der errado, ele volta para o mandato e tira os quatro anos que ainda lhe restarão no Senado Federal sem nenhuma perda política”, analisa a fonte do ACjornal.
Nosso informante nos bastidores do poder em Brasília analisa também a possibilidade de um futuro promissor para o senador acreano se seus planos derem certo.
“Se Márcio Bittar virar ministro ele se tornará maior do que já é como relator geral do orçamento da união. Ao repassar o mandato de senador para seu suplente, o médico Eduardo Veloso, ficará com poder de influência sobre o mesmo em Brasília, e se ainda conseguir eleger a esposa (ou ex-esposa como queiram) Márcia Bittar ao senado, ele passará a ter poder de decisão sobre o mandato de dois senadores. De quebra ainda pode eleger o filho deputado estadual aí no Acre e um deputado federal- algo que nunca nenhum político acreano conseguiu até hoje”.
Nossa redação tentou vários contatos com o senador Márcio Bittar e sua equipe de gabinete para falarem sobre essa informação. Mas até a última atualização dessa matéria, ninguém tinha respondido a nossas tentativas de contato.

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Rio Branco e outras cidades do Baixo, Alto Acre e Purus avançam para bandeira verde em avaliação do Comitê Covid

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As regionais do Baixo Acre, Alto Acre e Purus avançaram para a bandeira verde, que representa cuidado, na avaliação do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19. Já as regionais Juruá e Tarauacá/Envira permaneceram em bandeira amarela, que é de atenção.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1º) pelo governo do Acre e representa o período de avaliação do dia 13 a 26 de março.

Na última avaliação, divulgada no dia 7 de março, o governador Gladson Cameli manteve todas as cidades do Acre em nível de atenção (bandeira amarela) na classificação de risco da pandemia até o dia 31 de março, após aumento de casos no mês de fevereiro.

Porém, em março os indicadores voltaram a apresentar uma melhora no número de casos e mortes.

Regiões

  • Alto Acre: Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri – faixa verde;
  • Baixo Acre e Purus: Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Senador Guiomard – faixa verde;
  • Vale do Juruá e Tarauacá/Envira: Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá – faixa amarela.
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Como funciona a fase verde

Na fase verde podem funcionar os seguintes estabelecimentos: Restaurantes, bares, pizzarias, sorveterias e outros estabelecimentos similares. Além de teatros, cinemas e apresentações culturais, como também evento religiosos com 80% da capacidade.

Lojas de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, comunicação, informática, áudio, vídeo e colchoarias podem continuar funcionando com todos os protocolos sanitários e aumentando a capacidade limitada de 80%, além de delivery e drive-thru.

A regra vale ainda para lojas de materiais de construção, empresas e obras do ramo da construção civil e demais estabelecimentos como olaria, cerâmicas, serraria, marcenarias e marmorarias.

Feiras livres, comércios de rua, ambulantes e outros também seguem abertos seguindo as orientações de segurança. Para hotéis, shoppings, salões de beleza e motéis a capacidade de funcionamento é a mesma.

Com informações Ecos da Notícia

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