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Sena: quatro faccionados que executaram casal de adolescentes pegam mais de 10 anos de cadeia

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Sena Madureira condenou, nesta quinta-feira, 14, quatro acusados pela morte dos adolescentes Thauan Araújo de Oliveira de 16 anos e Amanda Paiva Cavalcante de 14 (na foto que ilustra a reportagem).
As vítimas foram encontradas em uma cova rasa. O crime ocorreu em dezembro de 2019, na região do 2º Distrito da cidade.
O júri popular durou cerca dez horas. Somadas as penas dos réus totalizam 183 anos de prisão.
Rodrigo da Silva Costa, Leonardo Albuquerque Carvalho, Antônio Fagundes Costa e Juscelino da Silva de Jesus foram condenados por homicídios triplamente qualificados, corrupção de menores, ocultação de cadáver e por integrar facção criminosa.
Entenda o caso
As adolescentes desapareceram no dia 20 de dezembro de 2019 e os corpos foram encontrados seis dias depois pela polícia, em uma cova rasa. O crime ocorreu por conta de guerras entre facções criminosas atuantes no município onde elas moravam.
Sentença
Leonardo Carvalho recebeu a maior pena 66 (sessenta e seis) anos, 06 (seis) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão e 80 (oitenta) dias multa.
Ele foi apontado como mandante do crime e líder da facção no local em que o duplo homicídio foi praticado.
Rodrigo da Silva e Antônio Facundes devem cumprir, cada um, 38 (trinta e oito) anos, 03 (três) meses e 10 (dez) dias
Enquanto Juscelino da Silva foi sentenciado a39 (trinta e nove) anos, 05 (cinco) meses e 10 (dez) dias de reclusão e 80 (oitenta) dias multa.
O crime chocou a população local pela extrema brutalidade e, segundo o delegado que estava à frente do caso, em depoimento prestado na data de hoje, é considerado um dos mais cruéis da história recente do Acre.
Na sentença, assinada pelo juiz de Direito Fabio Farias, ele enfatiza que todos devem cumprir as penas em regime inicialmente fechado para garantir a ordem pública.
“Considerando a pena imposta e o regime inicial estabelecido para o seu cumprimento, bem como a existência de elementos a indicar que a liberdade dos sentenciados representa verdadeiro perigo à ordem pública, notadamente para que se evite a reiteração delitiva, haja vista que todos possuem registros de atos infracionais e/ou crimes anteriores, além de integrarem comprovadamente organização criminosa de alta periculosidade (Bonde dos 13), reputo presentes as condições que autorizam a manutenção da sua prisão preventiva, motivo pelo qual lhes nego o direito de recorrer em liberdade.

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Rio Branco e outras cidades do Baixo, Alto Acre e Purus avançam para bandeira verde em avaliação do Comitê Covid

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As regionais do Baixo Acre, Alto Acre e Purus avançaram para a bandeira verde, que representa cuidado, na avaliação do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19. Já as regionais Juruá e Tarauacá/Envira permaneceram em bandeira amarela, que é de atenção.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1º) pelo governo do Acre e representa o período de avaliação do dia 13 a 26 de março.

Na última avaliação, divulgada no dia 7 de março, o governador Gladson Cameli manteve todas as cidades do Acre em nível de atenção (bandeira amarela) na classificação de risco da pandemia até o dia 31 de março, após aumento de casos no mês de fevereiro.

Porém, em março os indicadores voltaram a apresentar uma melhora no número de casos e mortes.

Regiões

  • Alto Acre: Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri – faixa verde;
  • Baixo Acre e Purus: Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Senador Guiomard – faixa verde;
  • Vale do Juruá e Tarauacá/Envira: Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá – faixa amarela.
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Como funciona a fase verde

Na fase verde podem funcionar os seguintes estabelecimentos: Restaurantes, bares, pizzarias, sorveterias e outros estabelecimentos similares. Além de teatros, cinemas e apresentações culturais, como também evento religiosos com 80% da capacidade.

Lojas de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, comunicação, informática, áudio, vídeo e colchoarias podem continuar funcionando com todos os protocolos sanitários e aumentando a capacidade limitada de 80%, além de delivery e drive-thru.

A regra vale ainda para lojas de materiais de construção, empresas e obras do ramo da construção civil e demais estabelecimentos como olaria, cerâmicas, serraria, marcenarias e marmorarias.

Feiras livres, comércios de rua, ambulantes e outros também seguem abertos seguindo as orientações de segurança. Para hotéis, shoppings, salões de beleza e motéis a capacidade de funcionamento é a mesma.

Com informações Ecos da Notícia

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