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Bolsonaro se filia ao PL e retoma casamento com o Centrão

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O presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL na manhã de hoje em um evento em Brasília. Com clima religioso e conservador, a cerimônia reuniu políticos e autoridades e teve um discurso do presidente cheio de críticas à esquerda e ao PT e com diversos acenos ao Congresso, para marcar oficialmente a retomada do casamento do seu governo com o centrão. Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL, pelo qual foi eleito, Bolsonaro já passou por oito partidos desde que iniciou sua vida política, em 1989. Ele deixou o PSL em meio a uma série de brigas internas e tentou fundar uma legenda própria, o Aliança Brasil. Mas fracassou, sem conseguir nem um terço das assinaturas exigidas pelo TSE.
O PL, por sua vez, é comandado pelo ex-deputado Valdemar da Costa Neto desde a década de 1990 e já compôs o governo Lula (PT), entre 2003 a 2010, com José de Alencar como vice. O auditório do Complexo Brasil 21, em Brasília, estava lotado. Do lado de fora, apoiadores saudavam os políticos que chegavam em clima de Carnaval, ao som de funk, mas, entre as autoridades, houve diversas menções a Deus e duas orações por parte dos deputados Marcos Pereira (Republicanos-SP) e Marco Feliciano (PL-SP). Na mesa sobre o palco e na plateia, políticos e autoridades bolsonaristas de diferentes partidos, como o governador Claudio Castro (PL-RJ), onze senadores, mais de vinte deputados e diversos ministros, entre eles Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), que também tem a expectativa de se filiar à legenda.
Além de Bolsonaro, também se filiaram o senador Flávio Bolsonaro, de saída do Patriota, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Após o evento fechado, Bolsonaro subiu em um trio elétrico estacionado à frente do centro de convenções para falar com os apoiadores que não puderam entrar. A área externa, no entanto, estava muito mais vazia do que o interior, aglomerado.
Uol

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Após “Inimigos da Educação”, sindicato lança campanha “Amigos da Educação”

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A estratégia do Governo estadual não saiu como o esperado após a aprovação do percentual de 5,42% oferecido aos servidores públicos. Revoltados, os trabalhadores prometem ser “uma pedra no sapato” dos gestores e dos deputados da base de apoio ao Executivo.
Logo após a votação na Aleac durante sessão extraordinária realizada na madrugada desta sexta-feira, 1° de abril, servidores da Educação deram início a campanha “Inimigos da Educação” que tem por objetivo mostrar para a população que foram os gestores e parlamentares que votaram a favor do governo e contra os servidores.
Já na tarde de hoje o Sinteac divulgou nas redes sociais a uma nova campanha, desta vez com objetivo de mostrar quem são os parlamentares que ficaram do lado dos servidores. Um banner comos dizeres “Amigos da Educação. Todos foram guerreiros. Obrigado deputados, passou a circular nas redes sociais.
Sindicatos como da Educação, Saúde, Médicos e Policiais Civis afirmaram que não darão trégua ao governador Gladson Cameli e também aos parlamentares da base de apoio do governo até o final das eleições.
Fonte: Notícias do Acre

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