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É patológico, é de pai pra filho: Facebook volta a proibir Eduardo Bolsonaro de postar após ele publicar imagem de Hitler

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Facebook impediu o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de publicar na plataforma por 30 dias. A restrição ocorreu após o parlamentar questionar pesquisas eleitorais em uma publicação, usando uma imagem do ditador nazista Adolf Hitler, ao lado de uma frase atribuída a ele.

Após a sanção, o deputado acionou o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) na tentativa de ter a conta liberada, mas o pedido foi negado, nesta segunda-feira (20). No processo, Eduardo alega que a punição foi aplicada em 14 de julho. As últimas publicações na página dele são de 12 de julho.

Esta é a segunda punição do tipo contra o deputado em pouco mais de um mês (saiba mais abaixo). Em junho, ele foi impedido de postar após fazer uma publicação sobre um relatório falso do Tribunal de Contas da União (TCU), com dados sobre mortes por Covid.

Procurado pelo G1, o Facebook não comentou o caso até a última atualização desta reportagem. Já a defesa de Eduardo Bolsonaro disse que vai recorrer da decisão judicial.

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A postagem que rendeu a sanção mais recente, já excluída do Facebook, Eduardo Bolsonaro reproduziu manchetes de reportagens que indicavam a derrota do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições de 2022.

Além da imagem de Hitler, a postagem tinha a frase: “Torne a mentira grande, simplifique-a, continue afirmando-a e eventualmente todos acreditarão nela”.

Na legenda, o parlamentar escreveu: “A verdade é o que os seus olhos veem ou o que contam para você? As técnicas utilizadas hoje em dia não são novas.”

No processo, o deputado alegou que, ao impedi-lo de publicar, o Facebook argumentou que houve desrespeito aos termos de uso da plataforma, e que a postagem “representava violação às diretrizes da comunidade, mais especificamente, seria contrária aos padrões relacionados a indivíduos e organizações perigosas”.

Na tentativa de anular a restrição, a defesa do parlamentar alegou que o bloqueio é uma “censura”, que ocorreu de “forma vaga e injustificada, sem qualquer possibilidade de defesa prévia, cerceando o seu direito de livre manifestação de maneira unilateral e autoritária”.

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Após “Inimigos da Educação”, sindicato lança campanha “Amigos da Educação”

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A estratégia do Governo estadual não saiu como o esperado após a aprovação do percentual de 5,42% oferecido aos servidores públicos. Revoltados, os trabalhadores prometem ser “uma pedra no sapato” dos gestores e dos deputados da base de apoio ao Executivo.
Logo após a votação na Aleac durante sessão extraordinária realizada na madrugada desta sexta-feira, 1° de abril, servidores da Educação deram início a campanha “Inimigos da Educação” que tem por objetivo mostrar para a população que foram os gestores e parlamentares que votaram a favor do governo e contra os servidores.
Já na tarde de hoje o Sinteac divulgou nas redes sociais a uma nova campanha, desta vez com objetivo de mostrar quem são os parlamentares que ficaram do lado dos servidores. Um banner comos dizeres “Amigos da Educação. Todos foram guerreiros. Obrigado deputados, passou a circular nas redes sociais.
Sindicatos como da Educação, Saúde, Médicos e Policiais Civis afirmaram que não darão trégua ao governador Gladson Cameli e também aos parlamentares da base de apoio do governo até o final das eleições.
Fonte: Notícias do Acre

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