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IstoÉ: enquanto aprisiona o País em brigas de rua, Bolsonaro atira 19 milhões na fome

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Desde que assumiu, Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, mostrou ao que não veio: governar. Ou por ser incapaz – e ele é – ou por não ter plano de governo – e não tem. Passados quase três anos, o Brasil está afundado num poço de mortes, desemprego, inflação, isolacionismo, intolerância política e, agora, fome!
Há nada menos que 19 milhões de brasileiros passando fome. Pior. Grande parte dessa tragédia é formada por crianças. Há 40 milhões de pessoas em estado de insegurança alimentar. Há 25 anos não se consumia tão pouca proteína animal. E milhões até conseguem comida, mas não podem comprar gás para cozinhar.
É verdade que o mundo inteiro, sobretudo os países mais pobres, enfrentam dias difíceis por conta da pandemia mundial de coronavírus. Mas é verdade, também, que o Brasil se encontra nos topos dos rankings do que há de pior hoje em dia; da inflação ao desemprego, passando por falta de vacinas e recorde de mortes.
BOLSONARO
Nenhum presidente, dentre as 20 maiores economias globais, lidou tão mal com a covid-19 quanto o devoto da cloroquina. Nenhum presidente, igualmente, durante estes quase dois anos, conspirou tanto a favor do vírus e contra a vida. E nenhum presidente foi tão incapaz de gerir a economia interna de seu país.
A falácia bolsonarista de que a culpa é de prefeitos e governadores – ou da política do ‘fique em casa’ – é tão verdadeira quanto uma nota de 3 reais. Primeiro, porque nunca tivemos ‘lockdown’ em nenhuma cidade. E ainda que tivéssemos tido, fosse assim, por que apenas o Brasil está tão mal das pernas assim?
A verdade inexorável, meus caros e caras, é que o desastre atual tem culpado. E este culpado tem nome (Jair) e sobrenome (Bolsonaro). Assim como, tem milhões de cúmplices espalhados pelo Brasil: gente que se aglomera com ele, que espalha mentiras sobre o vírus, que não toma vacina e prega golpe de Estado.
ELEIÇÕES 2022
Bolsonaro aprisionou o País em uma rinha de galo. Enquanto tribos extremistas se matam nas redes sociais, o centrão domina a agenda política e os cofres públicos, as reformas estruturantes não saem do papel e mais um ano está perdido, a cena política foi capturada por um outro extremista destruidor: Lula da Silva.
O meliante de São Bernardo é o principal – e talvez o único – beneficiado da sanha sociopata do amigão do Queiroz. Quanto mais o País afunda, mais Lula cresce. E tudo indica que continuará a crescer, já que todos cenários para o futuro só fazem piorar. Até porque, Bolsonaro faz tudo o que pode para que piorem mesmo.
O Brasil precisa escapar dessa armadilha do mal. A população precisa sair dessa condição de torcida organizada. O Youtube está lotado de entrevistas e podcasts com Doria, Eduardo Leite, João Amoêdo, Mandetta e outros nomes que poderão disputar a Presidência em 2022. Por favor, senhoras e senhores, assistam!
RECADO FINAL
Os caras falam por duas, três horas seguidas. A diferença para Lula e Bolsonaro, dois populistas sem ideias e semi-alfabetizados, é gritante. Falam sobre política, economia, meio ambiente, sociedade… Não xingam, não agridem, não ofendem porque possuem conteúdo. E não prometem milagres, tampouco.
Coloquem Lula e Bolsonaro diante de ‘entrevistadores’ livres, como os garotos do Flow. Vamos ver se têm conteúdo para três, quatro horas de conversa. Vamos ver se conseguem falar sobre assuntos gerais, sem o blá blá blá populsita e mentiroso de sempre. Se conseguem construir sem destruir. Se conseguem agregar.
Escolham o próximo presidente como quem escolhe o marido ou a esposa; como quem escolhe o pai ou a mãe dos filhos que irá ter. Não escolham por simpatia ou messianismo, por promessas e mentiras, por ataques e destruição. Escolham pelo que poderão realizar, mas sempre embasados no que já realizaram. Por favor!
IstoÉ

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manchete 3

Após “Inimigos da Educação”, sindicato lança campanha “Amigos da Educação”

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A estratégia do Governo estadual não saiu como o esperado após a aprovação do percentual de 5,42% oferecido aos servidores públicos. Revoltados, os trabalhadores prometem ser “uma pedra no sapato” dos gestores e dos deputados da base de apoio ao Executivo.
Logo após a votação na Aleac durante sessão extraordinária realizada na madrugada desta sexta-feira, 1° de abril, servidores da Educação deram início a campanha “Inimigos da Educação” que tem por objetivo mostrar para a população que foram os gestores e parlamentares que votaram a favor do governo e contra os servidores.
Já na tarde de hoje o Sinteac divulgou nas redes sociais a uma nova campanha, desta vez com objetivo de mostrar quem são os parlamentares que ficaram do lado dos servidores. Um banner comos dizeres “Amigos da Educação. Todos foram guerreiros. Obrigado deputados, passou a circular nas redes sociais.
Sindicatos como da Educação, Saúde, Médicos e Policiais Civis afirmaram que não darão trégua ao governador Gladson Cameli e também aos parlamentares da base de apoio do governo até o final das eleições.
Fonte: Notícias do Acre

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