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PGR diz ao STF que fala de Bolsonaro iniciou organização dos atos antidemocráticos de 7 de setembro

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou ao Supremo Tribunal Federal que uma entrevista do presidente Jair Bolsonaro, em 15 de agosto, deu início à organização dos atos antidemocráticos de 7 de setembro.

A informação foi revelada pelo jornal “O Globo” nesta sexta-feira (1º) . A manifestação da PGR foi enviada ao Supremo no dia 4 de setembro e faz parte de um parecer que pediu bloqueio das contas da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil).

Ao STF, a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, lembrou que na entrevista de agosto Bolsonaro se referiu a “contragolpe” ao que ele entendia como medidas contrárias ao governo.

“A princípio, a organização da realização de prováveis atos de ataque à democracia e às instituições iniciou-se com entrevista do presidente da República informando que haveria contragolpe aos atos entendidos como contrários a sua gestão, em 15 de agosto do presente ano”, escreveu a subprocuradora.

A pedido da PGR, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o bloqueio de contas das entidades que são investigadas pela suposta organização de atos violentos contra as instituições no dia 7 de setembro.

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A TV Globo apurou que Bolsonaro não é formalmente investigado no inquérito. A entrevista do presidente é apontada pelos investigadores como um marco para os desdobramentos da estruturação dos atos que estão sendo investigados e que envolvem aliados de Bolsonaro.

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Após “Inimigos da Educação”, sindicato lança campanha “Amigos da Educação”

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A estratégia do Governo estadual não saiu como o esperado após a aprovação do percentual de 5,42% oferecido aos servidores públicos. Revoltados, os trabalhadores prometem ser “uma pedra no sapato” dos gestores e dos deputados da base de apoio ao Executivo.
Logo após a votação na Aleac durante sessão extraordinária realizada na madrugada desta sexta-feira, 1° de abril, servidores da Educação deram início a campanha “Inimigos da Educação” que tem por objetivo mostrar para a população que foram os gestores e parlamentares que votaram a favor do governo e contra os servidores.
Já na tarde de hoje o Sinteac divulgou nas redes sociais a uma nova campanha, desta vez com objetivo de mostrar quem são os parlamentares que ficaram do lado dos servidores. Um banner comos dizeres “Amigos da Educação. Todos foram guerreiros. Obrigado deputados, passou a circular nas redes sociais.
Sindicatos como da Educação, Saúde, Médicos e Policiais Civis afirmaram que não darão trégua ao governador Gladson Cameli e também aos parlamentares da base de apoio do governo até o final das eleições.
Fonte: Notícias do Acre

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