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11 dicas para manter seu gato saudável e feliz

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11 dicas para manter seu gato saudável e feliz
Redação EdiCase

11 dicas para manter seu gato saudável e feliz

Médica veterinária explica como garantir a saúde e o bem-estar do seu pet

O gatinho é um ótimo amigo, além de ser independente, também gosta de carinhos. Muitas vezes, os donos acham que por serem animais independentes, os gatos não precisam de atenção, mas as coisas não são bem assim. Por isso, confira as dicas de Estela Pazos, médica veterinária especialista em felinos.

1. Cuidados básicos

Precisam de ração de boa qualidade, água fresca à disposição, um lar seguro sem acesso à rua, brinquedos, vacinação anual, consultas frequentes ao veterinário e muito carinho.

2. Lugar adequado para o gatinho

Deve ser telado, sem acesso à rua ou telhados, evitando que ele contraia doenças e sofra maus-tratos de humanos. Um ambiente seguro e protegido, livre de maldades e situações de perigo.

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3. Alimentação

Ração de boa qualidade e específica para gatos, indicada pelo médico veterinário. Essa ração deve atender às necessidades do gato, de acordo com o estilo de vida e condição corpórea dele, além de manter a saúde .

A água deve ser fornecida à vontade, sempre fresca, filtrada e de boa qualidade. Deve-se usar potes de boca larga, pois os gatos não gostam que seus bigodes encostem nas laterais da vasilha. Uma boa opção é o uso de fontes que mantêm a água corrente.

4. Relação entre gatos e humanos

É uma relação de forte vínculo, porém o gato não tem a necessidade de agradar o dono, como fazem os cães. Eles gostam da companhia, porém também apreciam ficar sozinhos. Consideram seus donos como parceiros de convívio social e se adaptam aos horários da casa, dormindo quando estão sozinhos e buscando carinho quando tem alguém em casa.

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5. Principais cuidados com a saúde do gato

Além de consultas frequentes ao veterinário, vermifugação e vacinação, deve-se cuidar da pelagem, escovando-a, se possível, 3 vezes por semana. É importante observar se o gato está urinando e defecando normalmente e evitar deixá-lo engordar. Observe também se há algum problema nos dentes e mantenha vasilhas de água e comida limpas.

6. Vacinas que o gato deve tomar

A vacina tríplice (protege contra rinotraqueíte, panleucopenia e calicivirose) ou quádrupla felina (que protege contra rinotraqueíte, panleucopenia, calicivirose e clamidiose)e a vacina antirrábica. Devem ser dadas anualmente.

7. Higiene do gato

O gato é um animal extremamente limpo e, por instinto, busca a caixa de areia para fazer as necessidades e, na sequência, enterrá-las. Manter a caixa limpa é fundamental e, se tiver mais gatos na casa , deve-se aumentar o número de caixas, principalmente se o dono fica muito tempo fora. O ideal é ter sempre uma caixa a mais do que o número de animais, por exemplo, se tiver 4 gatos, serão 5 caixas de areia.

8. Escovação, banho e tosa

Ao contrário do que muitos pensam, os gatos podem tomar banho, principalmente os de pelagem longa. A frequência deve ser determinada de acordo com o tamanho da pelagem e tipo de pele (se for oleosa ou seca). O ideal é acostumá-los com o banho desde filhotes.

A tosa pode ser feita em gatos de pelagem muito longa, que formam nós, principalmente nas épocas quentes. Existe também a possibilidade de fazer a tosa higiênica, diminuindo os pelos na região anal, genital e barriga. É indicado que o procedimento de tosa seja feito por um profissional treinado, para evitar cortes e machucados.

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9. Limpeza de orelhas e olhos

Os olhos devem ser limpos com soro fisiológico e gaze ou com um algodão que não solte fiapos, como os de maquiagem. Qualquer outro produto só deve ser usado com indicação do veterinário. As orelhas podem ser limpas com produtos específicos, higienizando com algodão apenas onde seu dedo alcançar. Nunca utilizar hastes flexíveis (cotonete) dentro do ouvido, podem ferir e empurrar a cera para dentro.

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10. Cuidados com as unhas

Na natureza, os gatos necessitam das unhas para se defender e escalar árvores. Porém, felinos domésticos podem ter as unhas aparadas para evitar que machuquem os donos e outros gatos na hora de brincar. Unhas muito compridas podem incomodar alguns gatos.

11. Vermifugação

Mesmo os animais domésticos e bem tratados podem sofrer com verminoses. A vermifugação é feita com a utilização de um comprimido com a capacidade de matar vermes intestinais. Esses parasitas podem ser adquiridos por contato com alimentos e fezes contaminadas, água não filtrada, contato com chão infectado com ovos ou larvas dos vermes.

O tratamento é feito com vermífugos específicos para gatos, orientados pelo médico veterinário. O combate às pulgas também é importante, pois podem transmitir vermes quando o gato ingere a pulga acidentalmente.

Confira mais notícias para cuidar dos pets na  revista ‘Guia dos Pets’

Fonte: IG PET

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Viagens pet friendly crescem no Brasil, mas empresas precisam melhorar

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Saber se o destino desejado oferece opções que sejam boas para os animais é fundamental
Josh Rakower/Unsplash

Saber se o destino desejado oferece opções que sejam boas para os animais é fundamental

Quem é apaixonado pelos animais de estimação e acompanha as tendências em relação ao mercado do segmento pet, especialmente durante a pandemia, provavelmente notou que o interesse em relação a cães e gatos aumentou de maneira consideravel, inclusive com um grande crescimento do número de adoções nesse período.

Para se ter uma ideia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), há alguns anos a presença de animais de estimação se tornou maior do que a de crianças nos lares brasileiros, com cerca de 140 milhões de pets, para 48 milhões de domicílios. Desse total, estimam-se que em 46% das residências se tenham ao menos um cachorro, enquanto os gatos estão em 20% dos lares.

Mas não são apenas nas casas que os animais fazem companhia para os tutores, que estão cada vez mais interessados em compartilhar os momentos de lazer ao lado dos companheiros de quatro patas. Dados da plataforma Decode apontam que durante a pandemia os termos de pesquisa “viajar”, seguido de “hotel pet friendly” tiveram um aumento de 238%, e “como levar cachorro no avião”, cresceu em 170%.

No Google, o crescimento nas buscas por hotéis com serviços petfriendly foi de 300%, entre março e setembro de 2020. A plataforma Hoteis.com revelou que, ao final de 2020, 82% dos brasileiros que participaram de pesquisa gostariam de viajar com os pets, enquanto 67% já haviam viajado com os animais. Em 2021 a Airbnb Brasil incluiu a opção de hospedagens com animais de estimação e em dois meses hospedou mais de 450 mil pets.

A influenciadora Patricia Camargo compartilha experiencias de viagens em família desde 2016, se tornando referência para tutores que desejam viajar com os animais de estimação. Baseado na própria experiência, a tutora dos Yorkshire terrier,  Armandinho e Nina, afirma ter notado uma transformação positiva no cenário pet após a pandemia, com as pessoas cada vez mais assumindo os animais de estimação como parte integral da família e, em muitos casos, com o pet sendo a única companhia por um longo período.

Com a retomada do turismo, por meio da página “Eu, Você e os Pets”, Patricia, ao lado do marido Mateus e dos cãezinhos, pretende realizar ao menos uma viagem por mês, para diferentes locais do Brasil e até para o exterior.

Os melhores lugares para viajar com o seu pet

Com o aumento da procura, empresas passaram a oferecer opções para viajantes com animais
Tamara Bellis/Unsplash

Com o aumento da procura, empresas passaram a oferecer opções para viajantes com animais

Para Patricia, é notável que muitas cidades estão de olho nos pets e se adaptando cada vez mais para recebe-los da melhor forma. Contudo, para ela, algumas cidades realmente se destacam, como Socorro (interior de São Paulo), que desenvolveu um projeto pet friendly para tornar a cidade mais receptiva às famílias com animais.

“Lá você vê que a maioria dos hotéis são pet friendly, eles realmente investem nisso, para proporcionar lazer e bem-estar para eles”, comenta, acrescentando que a cidade onde vive, também vem se destacando nesse quesito. “Santos está bem pet friendly, são muitas opções de lugares que aceitam os pets e são muito bons.  A praia, por exemplo, a primeira do estado de São Paulo a liberar cachorros na praia, isso nós não podemos deixar de destacar”.

Entre as dicas de roteiros para quem deseja viajar com o cachorro, Patricia destaca ainda que se surpreendeu positivamente ao conhecer locais como Capitólio (Minas Gerais). “Eu pensei que não fosse conseguir fazer quase nada com os cães, mas pelo contrário. Muitos passeios incluem os pets, como trilhas, passeios de barco e até as lojas, que sempre perguntávamos se poderíamos entrar com os cães e a resposta era sempre positiva”.

Outras cidades que a tutora indica como positivas para visitas com os pets são Campos do Jordão e Aparecida, em São Paulo. “Aparecida não só nos surpreendeu, como a quem acompanhou a nossa viagem. Lá eles estão realmente muito abertos a receber os pets”, contou.

A experiência em viagens de avião com os pets

Com experiência em viagens de avião com os dois cachorros,  Patricia destaca que esse é um serviço caro, nada eficiente e, além de tudo, muito caro. “Nós vemos que nessa parte as companhias aéreas não investem, elas ainda não se adaptaram para receber os animais da melhor forma”, diz.

“Muitas regras e orientações não são coerentes, quando você olha no site, está uma coisa, na hora do check-in te falam outra e, já dentro da aeronave, é outra. Não existe um padrão em relação de onde você pode sentar, se o pet pode ficar no colo, se pode tirar um pouco [da caixa de transporte], se não pode, ou se você pode ou não pedir água para o cachorro”, aponta a tutora.

Patricia comenta também sobre a restrição para animais de portes maiores, que não são permitidos na cabine e devem viajar no compartimento de carga, o que gera muita insegurança para muitos tutores e medo para os animais, que não estão habituados a ficar em locais escuros, sozinhos e com muito barulho.

“Eu acho que precisam avançar muito, ainda mais porque os pets pagam pela passagem e, algumas vezes, a passagem dos animais é mais cara do que a nossa e para eles não é oferecido nenhum tipo de serviço, eles vão embaixo de uma poltrona. Isso precisa melhorar muito, com certeza”, afirma.

Próximas viagens e dicas para os tutores

Não se deve ir para ambientes que o animal não seja acostumado
Adam Griffith/Unsplash

Não se deve ir para ambientes que o animal não seja acostumado

Como viagem para a região nordeste do Brasil programada e planos para a primeira viagem internacional com os pets para o segundo semestre de 2022, Patricia dá algumas dicas para quem pretende viajar pela primeira vez com o cachorro.

  • Conheça bem o animal

É importante que o tutor conheça bem o perfil do animal de estimação, muitos não gostam de viajar ou, mesmo quando gostam, podem não se dar bem em determinados climas, como o frio intenso, ou com locais mais agitados.

  • Adaptação à viagem de carro

Antes de pensar em fazer uma viagem de carro com o pet, é importante que o animal esteja acostumado a isso. “Se o cão nunca andou de carro e, de repente, o tutor resolve fazer uma viagem de 10 horas. Não dá! O cachorro pode ficar estressado, ansioso e até passar mal, e aí a pessoa vai precisar medicar o bichinho”, diz.

O recomendado é que se faça pequenos trajetos, de uma hora ou duas horas e se vá aumentando o tempo aos poucos, sempre respeitando os limites do animal.

  • Nem todos os cães gostam de socializar

Além do deslocamento da viagem, é preciso saber se o pet gosta do tipo de passeio que o tutor pretende fazer. “Tem cachorro que gosta de ficar deitadinho, dormindo. Não se sente bem ao ter contato com outras pessoas, ou outros animais, aí não dá para o tutor ir para um hotel que está cheio de cachorros. É importante pensar em algo que seja bom tanto para o cachorro quanto para o tutor, ou só haverá dor de cabeça”, comenta Patricia.

  • Viagem de avião

Para essas viagens, o cão passará um longo tempo dentro de uma bolsa ou em uma caixa de transporte, é indicado que semanas antes da viagem o tutor já comece um processo para que o pet se acostume a isso.

“Já comece a mostrar para o cão a caixinha, acostumando-o a entrar e ficar nela, seja com brinquedos ou com petiscos”, continua. “Imagina, do nada você coloca o cachorro dentro de uma caixa e ele não vai sair de lá por cerca de quatro ou cinco horas? Então é imprescindível já ir mostrando para ele que a caixa é positiva, que é algo gostoso e que tudo vai dar certo, que ele irá para um lugar legal e que vai ganhar um presente por estar ali”.

Outra dica importante é que pouco antes da viagem o tutor faça alguma atividade para que o pet gaste energia e fique cansado, assim ele ficará mais tranquilo e tende a dormir pelo trajeto, no qual estará dentro da caixa de transporte.

“Em algumas situações, quando o trajeto é mais longo, para a Nina, eu dou um calmante fitoterápico (medicamento natural) para ela ficar mais calma”, indica – lembrando que é sempre importante se consultar um médico veterinário antes de oferecer qualquer medicamento aos animais de estimação.

  • Pesquise se o destino é realmente pet friendly

“É importante o tutor procurar um local que vai valer a pena com o cachorro. Não adianta viajar com o pet e depois deixar ele preso dentro de um quarto de hotel sem fazer nada. Então, antes de decidir o destino e montar o roteiro, que o tutor veja o quão pet friendly é, e se realmente vale a pena ir. O passeio deve ser bom para os dois, é uma experiência que ficará marcada para ambas as partes”, completa.

Para garantir que o seu pet terá toda a ajuda sempre que precisar, iG Pet Saúde está com novos planos. Cães e gatos podem contar com consultas de rotina e de emergência, cirurgias, vacinas e muito mais. Conheça todas a vantagens de se ter um plano de saúde pensado especialmente para você e para o seu pet!

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Fonte: IG PET

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