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Assassinos de adolescente de 13 são condenados a quase 320 anos de prisão, em Rio Branco

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Os sete réus julgados pelo assassinato da adolescente Raquel Melo, de 13 anos, foram condenados a 317 anos e 9 meses de prisão, segundo a soma de todas as penas.
A decisão foi do conselho de sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri do Fórum Criminal, no inicío da tarde desta terça-feira, 7.
Janes Clay Pereira dos Santos recebeu a maior pena 53 anos de prisão, Rosinaldo Pereira 43 anos, Francisco Elcivan Leandro Rodriuges 46 anos, Francisca Roberta Gomes Cruz 46 anos, Rosinei Pereira dos Santos 46 anos, Yago da Silva Sabino 41 anos e Tiego da Silva Sabino a 41 anos e 9 meses.
O bando foi considerado culpado pelo sequestro e assassinato da adolescente Raquel Melo de Lima de 13 anos.
O crime ocorreu no dia 29 de janeiro deste ano. A vítima e mãe tinham acabado de deixar uma igreja, quando foram rendidas pelos bandidos no Ramal do Pica Pau, região do 2º Distrito da Cidade.
No mesmo dia a mãe da vítima foi liberado, mas Raquel foi levado ao “Tribunal do Crime” e sentenciada a perna de morte.
Consta na investigação que a adolescente teria pedido vingança pela morte da irmã adotiva Lindalva, também morta por membros da facção que atua na região, por isso teve a vida ceifada.
O corpo de Raquel só foi encontrado no dia 31 de janeiro deste ano, em uma cova rasa, na área denominada invasão do Ramal do Pica Pau.
Na mesma decisão a magistrada negou aos réus o direito de recorrer da sentença em liberdade.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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