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Com 20 anos de idade, “Mal Criado”, serial Killer mais perigoso do AC, é condenado por execução de idoso. Veja lista de crimes

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Ricardinho Vitorino de Souza, conhecido como “Mal Criado ou Ligeirinho”, uma das pessoas mais perigosas de Rio Branco, acusado por 15 homicídios, foi condenado a 17 anos de reclusão, nessa terça-feira, pela morte do idoso Carlos Alberto da Silva, crime ocorrido em 07 de dezembro de 2019.
Segundo o promotor de justiça Carlos Pescador, Ricardinho é um velho conhecido das Varas do Tribunal do Júri em Rio Branco.
Ele tem apenas 20 anos de idade, tem uma ficha extensa de assassinatos nos últimos 3 anos. A lista ainda não está completa, mas entre inquéritos processos são apontados 15 autorias de homicídios, a maioria contra rivais de outra facção.
No julgamento dessa terça-feira, Ricardinho respondeu pelo homicídio de um idoso que morreu apenas por que revelou para o matador que pertencia a uma outra facção.
De acordo com a denúncia, a vítima, Ricardinho e mais dois comparsas estavam detidos na delegacia de flagrantes. Assim que foram liberados, Carlos Alberto revelou que era uma uma organização criminosa. Na hora nem Ricardinho e os outros acusados falaram nada, simplesmente montaram uma armadilha para tirar a vida de Carlos Alberto.
Eles levaram a vítima para o bairro Cabreúvas e quando desceram do veículo de aplicativo atiraram várias vezes.
No crime contra Carlos Alberto, Ricardinho foi condenado a 17 anos de reclusão em regime fechado e por falta de provas, Antônio Railan foi absolvido. O terceiro membro, Marcelo Pinheiro, morreu em maio desse ano vítima da covid 19.
Veja algumas execuções atribuídas a Ricardinho.
15 setembro 2019 – 01 homem um tiro na nuca no bairro cidade nova
06 novembro 2019 – 01 homem de 45 anos
13 novembro 2019 – 02 jovens de 19 anos no bairro Custódio Freire
29 novembro 2019 – 02 irmãos – casa das vítimas
30 novembro 2019 – 01 homem de 38 anos
01 janeiro 2020 – 01 Adolescente Amanda Silva Barbosa – 17 anos – Degolada

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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