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Faccionados que mataram adolescente por engano em Sena Madureira serão julgados na próxima semana

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Um dos casos de execução com requinte de crueldade mais bárbaros já registrados no município de Sena Madureira (AC), a 144 quilômetros de Rio Branco, terá desfecho na quinta-feira da semana que vem.
Trata-se do seqüestro seguido de tortura, assassinato e ocultação de cadáveres do casal de adolescentes Amanda Paiva Cavalcante (14) e Tauan Araujo de Oliveira (16).
O crime ocorreu no dia 20 de Dezembro de 2019, no bairro Niterói, região do segundo distrito daquela cidade.
Os acusados, Leonardo de Albuquerque Carvalho, (o cará), Antônio Fagundes Souza de Mendonça, Júcelino da Silva Jesus (o farinha) e Rodrigo Silva Costa, (o di menor) serão levados ao banco dos réus sob acusação de sete crimes que vão desde integrar organização criminosa, seqüestro do casal de adolescentes, torturas física e psicológica, assassinato com requinte de crueldade e ocultação dos cadáveres das vitimas.
Consta no inquérito policial que os adolescentes moravam no bairro Cidade Nova, no primeiro distrito da cidade, e foram convidados por uma amiga para participarem da festa de um vizinho dela no bairro Niteroi, do outro lado do rio na região conhecida por segundo distrito.
Ao chegarem no endereço, Amanda e Tauan perceberam que havia membros de uma facção criminosa presente e decidiram voltar sem darem explicações ao dono da casa, que seria chefe do bando e desconfiou que os adolescentes teriam ido espionar a movimentação no local para informar à facção criminosa rival.
As vitimas foram interceptadas pelos bandidos já dentro da catraia, quando tentavam atravessar o rio para o outro lado do rio e levadas para uma região de mata onde foram torturadas durante todo o restante da noite para confssarem o que faziam ali.
Os corpos de Amanda e Tauan foram encontrados, três dias depois de serem declarados pelas famílias como desaparecidos.
Os corpos estavam enterrados em uma cova raza, mutilados.
Segundo a policia, eles não tinham envolvimento com grupos criminosos e foram executados por engano ao serem julgados e condenados à morte pelo tribunal do crime da facção que predomina na região do segundo distrito da cidade de Sena Madureira.
As investigações apontaram que Tauan teria tido os braços decepados, ainda em vida, na presença de Amanda, para ela confessar que fazia parte de uma facção rival. A mesma barbárie teria sido praticada com a garota antes dela receber o tiro de misericórdia na nuca.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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