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Vereadora de Feijó é presa acusada de estelionato, furto e fraude

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A vereadora Aurelinda Portela (PP), de Feijó, foi presa nesta segunda-feira (8) durante uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério Público. Além da prisão da parlamentar, a Justiça determinou o sequestro de 251 animais bovinos das propriedades da filha e do marido da vereadora.

Aurelinda é investigada pelo cometimento dos crimes de estelionato e furto mediante fraude, praticados contra indivíduos integrantes dos grupos vulneráveis de trabalhadores rurais, indígenas e idosos, geralmente pessoas analfabetas, o que facilitaria as ações delitivas da vereadora.

No dia 28 de junho de 2021, Aurelinda da Silva Portela fora presa em flagrante, juntamente com sua filha e seu esposo, pela Polícia Federal por ter cometido os crimes de estelionato e apropriação indébita e, durante a audiência de custódia, na sede da Primeira Vara Federal de Cruzeiro do Sul, todos foram liberados sob pagamento de fiança e com cautelares judiciais consistente em não poderem ter contato com indivíduos dos grupos indígenas e de trabalhadores rurais.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, a vereadora continuou praticando os crimes sem qualquer receio de ser presa.

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“A agente agia de forma articulada, permanente e coordenada com seus parentes, fazendo novas vítimas a todo momento, se prevalecendo da vulnerabilidade dos povos indígenas e rurais, os quais, geralmente não sabem sequer contar dinheiro”, diz o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

A investigação demorou mais de um ano e está fundamentada por provas que demonstram que a agente continuou aplicando golpes em novas vítimas, a exemplo de transferências bancárias, financiamentos e empréstimos bancários, chegando a casa de centenas de milhares de prejuízo às vítimas.

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Mulher é presa em Rio Branco por aplicar golpe do PIX

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Uma mulher identificada pelo nome de Katianne Silva, 32 anos, foi presa na tarde de domingo, 25, pelo crime de estelionato, em Rio Branco (AC).

A mulher encaminhava falso comprovante para simular o pagamento em uma rede de estabelecimento, aplicando o famoso golpe do PIX.

De acordo com informações, o gerente percebeu a falta do dinheiro, levou a polícia até o hotel onde estava hospedada e lá ela não conseguiu comprovar o pagamento das compras, ocasionando na prisão.

Presa em flagrante pela polícia, ela foi indiciada por tentativa de estelionato e compras ilícitas, mas acabou sendo liberada após audiência de custódia. Se condenada, pode pegar de um a cinco anos por estelionato

O proprietário alegou que desde fevereiro ela vinha comprando e passando comprovantes falsos ao estabelecimento, totalizando um prejuízo de R$ 28 mil.

 

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