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Duarte defende Bolsonaro e diz que ter Lula como candidato é uma vergonha

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“O elevado número de candidatos ao Governo do Estado e ao Senado da República, oito candidatos para o Governo e pelo menos nove para senador, está muito longe de ser algo prejudicial para a democracia. Pelo contrário, o elevado número de candidatos para o Governo como também para o Senado fortalece a democracia porque ajuda o eleitor a melhor definir em quem votar”, disse o deputado estadual, que deve ser deputado federal pelo Republicanos.

São candidatos ao governo Gladson Cameli (PP), Marcio Bittar (União Brasil), Mara Rocha (MDB), Nilson Eucldides (PSOL), David Hall (Agir), Sérgio Petecão (PSD), Jorge Viana (PT). Para o Senado, são candidatos Vanda Milani (Pros), Márcia Bittar (PL), Ney Amorim (Podemos), Dimas Sandas (Avante), Sanderson Moura (PSOL), Carlos Beirute (PSDB), Jenilson Leite (PSB), Alan Rick (Uniçao Brasil).

O parlamentar, no entanto, discordou de seu antecessor na tribuna, o deputado petista Jonas Lima, que defendeu o nome do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para a presidência nas eleições deste ano. “Ter um ex-presidiário como candidato à presidência da República é uma vergonha para o Brasil perante ao mundo”, disse o deputado.

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Duarte manifestou total apoio à candidatura à reeleição do presidente Jair Blsonaro. “O apoio pelo auxílio Brasil de R$ 600,00, o auxílio aos caminhoneiros e a redução da inflação, como se verificou no mês de julho”, disse Roberto Duarte. “Além disso, a população do Acre apoia o presidente por mais de 70% da nossa população e as urnas devem confirmar isso na próxima eleição”, afirmou.

Contilnet

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Polícia Federal deflagra operação contra compra de votos em cidade acreana

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Um mandado de busca e apreensão foi realizado com a finalidade de se obter outras provas materiais acerca da possível compra de votos na região. O nome da operação faz referência à liberdade de escolha dos representantes por meio do direito ao voto.

De acordo com a elementos informativos colhidos, o investigado se utilizava de um grupo de WhatsApp conhecido na cidade para aliciar os eleitores a “chegarem junto” a um determinado candidato.

Áudios e fotografias corroboram para a prática ilícita e foram fundamentais para embasar a medida cautelar concedida pela 5ª Zona Eleitoral.

A investigação segue em andamento com tipificação de Corrupção Eleitoral, além de outros crimes previstos.

Assessoria

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